Kailanne Thaís, de 22 anos, que morreu após agressões do companheiro em Jaboatão. Foto: Redes Sociais/Reprodução e Bruno Vila Nova/Portal de Prefeitura. Arte: Portal de Prefeitura
Uma jovem de 22 anos, identificada como Kailanne Thaís Xavier, morreu na manhã da sexta-feira, 20 de fevereiro, após passar quatro dias internada em estado grave. A mulher foi vítima de uma tentativa de feminicídio, em Jaboatão dos Guararapes, município da Região Metropolitana.
Segundo informações preliminares, Kailanne teria sido brutalmente espancada pelo companheiro na última segunda (16) e precisou ser socorrida para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA). Porém, na sexta, a vítima não resistiu à gravidade dos ferimentos.
O suspeito foi preso em flagrante pela polícia após tentar fugir. No dia seguinte após cometer as agressões, ele passou por audiência de custódia e foi liberado.
A investigação do caso ficará sob responsabilidade da Polícia Civil de Pernambuco (PCPE).
A Polícia Civil do Estado de São Paulo (PCESP) procura Juan Gustavo Nelson Ascenço da Silva, de 18 anos, suspeito de atirar e assassinar a companheira Geovana Stefany Trajano Silva, de 19, com um tiro na nuca. O crime ocorreu na quarta-feira, 18 de fevereiro, em São Fernando, bairro de Itanhaém, no Litoral Sul de São Paulo, e a filha de oito meses da vítima presenciou o momento.
Parentes da jovem informaram à corporação que o relacionamento do casal era conturbado com episódios de ciúmes e violência. Relatos dos familiares afirmam que um dia antes do homicídio, Geovana disse ter sido agredida pelo companheiro após ter aceitado um copo de bebida alcoólica de um dos irmãos dele.
O boletim de ocorrência aponta que irmãos do suspeito estiveram na casa logo após o disparo. Um deles relatou que estava em um bar nas proximidades quando ouviu o tiro, seguido pelo choro da bebê. Ao entrar no imóvel, encontrou a criança sobre a cama e a vítima caída no chão do quarto.
Outro familiar afirmou, em depoimento, que foi avisado sobre o ocorrido e encontrou a cunhada ensanguentada e desacordada.
Ainda conforme o registro policial, Juan permaneceu no local até a chegada de parentes, mas fugiu antes da chegada do socorro médico.
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Natural de Imperatriz, Glaúcia vivia atualmente na capital maranhense, onde liderava o EKLÉSIA Ministério Internacional.
"A gente não tem explicação. Ele era uma pessoa querida por vizinhos, colegas de trabalho e pela própria polícia", declarou Verônica.
De acordo com informações repassadas pela família, a suspeita é ex-namorada do primo da mãe da criança e teria feito contato com a estudante dias antes.
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