Jovem morre após consumir açaí contaminado com fezes do inseto transmissor da doença de Chagas. Foto: Divulgação
A Prefeitura de Ananindeua confirmou a morte de um jovem de 26 anos após o consumo de açaí contaminado por fezes do inseto barbeiro, transmissor da doença de Chagas. O caso ocorreu na Região Metropolitana de Belém e mobiliza órgãos municipais e estaduais de saúde, que seguem investigando as circunstâncias da contaminação.
O jovem foi identificado como Ronald Maia da Silva. Ele morreu no dia 31 de dezembro, depois de apresentar complicações associadas à doença de Chagas. Segundo informações repassadas pela família, os primeiros sintomas surgiram no início de dezembro, com sinais de que algo não estava bem com sua saúde. Mesmo assim, o diagnóstico só foi confirmado de forma tardia.
Durante o período em que apresentou os primeiros sintomas, Ronald buscou atendimento médico em dois hospitais. Em ambas as unidades, ele passou por avaliação, mas não recebeu um diagnóstico conclusivo. Após as consultas, o jovem retornou para casa, onde o quadro de saúde continuou evoluindo de forma negativa.
No dia 27 de dezembro, Ronald Maia da Silva deu entrada no Pronto-Socorro da Augusto Montenegro. A unidade realizou a internação imediata, diante da gravidade do quadro clínico. O jovem permaneceu internado por sete dias, sob acompanhamento médico contínuo. Apesar dos cuidados prestados, ele não resistiu às complicações e morreu na última noite de 2024.
A Prefeitura de Ananindeua informou, por meio de nota oficial divulgada pela Secretaria Municipal de Saúde (Sesau), que recebeu a notificação do óbito ocorrido em uma unidade de saúde localizada fora do município. A gestão municipal destacou que, assim que tomou conhecimento do caso, acionou os protocolos de vigilância em saúde.
De acordo com a prefeitura, a Vigilância em Saúde iniciou imediatamente a investigação local para apurar as circunstâncias da contaminação. As equipes seguem os procedimentos previstos nas normas sanitárias e mantêm contato com outros órgãos competentes. A administração municipal afirmou que acompanha o caso de perto e presta apoio às tratativas necessárias durante o processo de apuração.
A Secretaria de Estado de Saúde Pública do Pará (Sespa) também se manifestou sobre o ocorrido. O órgão informou que a Coordenação de Combate à Doença de Chagas tomou conhecimento do possível caso registrado no município de Ananindeua. A partir disso, o Estado passou a integrar as ações de monitoramento relacionadas à situação.
Segundo a Sespa, o acompanhamento ocorre de forma intensiva. A secretaria estadual realiza reuniões frequentes com a Secretaria Municipal de Saúde de Ananindeua, com o objetivo de alinhar informações e estratégias. Além disso, o Estado oferece suporte técnico às ações de vigilância, que ficam sob responsabilidade direta do município.
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