Pablo, dono do Me Confessando Bar, e suspeito após ser linchado, no Jordão. Fotos: Reprodução. Arte: Portal de Prefeitura
Um homem suspeito de tentar assaltar o proprietário do Me Confessando Bar, no bairro do Jordão, Zona Sul do Recife, foi linchado e amarrado por populares na manhã da quinta-feira, 18 de setembro, próximo da base aérea. Ele havia esfaqueado o comerciante Pablo Galvão, que organizava a mudança de móveis e utensílios do estabelecimento.
De acordo com a Polícia Civil de Pernambuco (PCPE), Pablo foi atingido por diversos golpes de faca após discutir com o suspeito, que já havia tentado roubar o bar durante a madrugada, sem sucesso. Ferido, o empresário foi socorrido e levado a uma unidade de saúde, onde recebeu atendimento e, em seguida, usou as redes sociais para tranquilizar amigos e clientes, afirmando estar fora de perigo.
O agressor foi contido por moradores da região, que o espancaram e amarraram até a chegada do socorro médico. Ele também foi levado a um hospital, onde encontra-se entubado e, após receber alta, deverá ser encaminhado à delegacia para adoção das medidas cabíveis.
Em imagens que circulam pelas redes sociais, é possível ver o suspeito amarrado e desacordado após ter sofrido as agressões por parte dos populares.
A PCPE instaurou inquérito e investiga as circunstâncias do crime.
De acordo com a esposa de Pablo, ele havia ido ao local na noite da quarta (17) para carregar os pertences e levar para outro endereço. Após deixar dois seguranças na área do botequim, o suspeito tentou roubar os objetos mas não teve sucesso, o que o fez retornar pela manhã.
Novamente no estabelecimento, a vítima foi abordada pelo homem, iniciando assim uma discussão. Com isso, Pablo foi ferido com golpes de faca. No entanto, ainda segundo a cônjuge, as facadas foram superficiais.
O Portal de Prefeitura pediu nota à Polícia Militar de Pernambuco (PMPE) para maiores informações, mas até agora não recebeu resposta.
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Além das buscas, a Justiça autorizou medidas de quebra de sigilo telemático e bancário. Também foi determinado o sequestro de bens e valores de até R$ 1,1 bilhão.
Ação da Operação Ponto Cego também recolheu pinos plásticos, capas de coletes balísticos e balanças de precisão na Zona Sul.
Para receber, o aluno precisa cumprir as condições previstas pelo programa, entre elas a frequência mínima exigida nas aulas.
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