Enem 2025. Foto: Reprodução/INEP
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) analisa incorporar Inteligência Artificial (IA) na preparação do modelo de prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A informação foi confirmada pela assessoria do órgão ao Metrópoles nesta quarta-feira, 10 de dezembro.
Em nota, o Inep explicou que os testes em andamento analisam uma possível combinação entre a participação de estudantes e o apoio da tecnologia.
“Os estudos que estão sendo conduzidos pelo Inep preveem a combinação de estudantes e Inteligência Artificial na realização de pré-testes. A participação de estudantes continua sendo necessária, mas a tecnologia permitirá ao Inep manter a qualidade dos pré-testes com uma logística mais eficiente”, afirmou o órgão.
O Enem acontece em dois dias e reúne provas de Ciências Humanas e Ciências da Natureza, cada uma com 90 questões. A IA pode ser utilizada como ferramenta auxiliar na formulação do pré-teste, ao sugerir itens que podem fazer parte da avaliação e verificando a dificuldade de cada pergunta.
O objetivo é identificar se uma questão diferencia estudantes que dominam determinado conteúdo dos que ainda apresentam dificuldade, mantendo o padrão de avaliação já adotado pelo exame.
Apesar do avanço das discussões, o Inep destaca que a IA não substituirá a participação dos estudantes. O uso da tecnologia seria restrito ao pré-teste, etapa que utiliza questões semelhantes às da prova oficial e é essencial para validar a qualidade dos itens.
Além do estudo sobre IA, o Inep e o Ministério da Educação (MEC) seguem ampliando ações voltadas à preparação dos participantes do Enem. Uma das novidades é o aplicativo MEC Enem, o Simuladão do Enem, lançado recentemente.
A ferramenta reúne simulados organizados por área do conhecimento, correção automática de redação, vídeos educativos, apostilas e um assistente virtual, funcionando como apoio gratuito para quem se prepara para o exame.
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Segundo equipes de patrulhamento, a dupla de turistas, pai e filho, perceberam o golpe depois de realizar o pagamento em uma máquina de cartão de crédito.
Os disparos foram registrados em um apartamento do complexo residencial estudantil Hugine Suites, localizado dentro do campus.
Tanto o autor como a vítima fatal, segundo informações à PCPE, possuíam um histórico profissional marcado por desentendimentos.
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