Homem responsável por matar vizinho. Foto: Reprodução
Luís Ferraz, de 50 anos, morreu após ser espancado por um vizinho na cidade de Penafiel, em Portugal. A agressão ocorreu depois que o filho de Ferraz enviou um pedido de amizade à filha de Vítor Pinto, de 40 anos, principal suspeito do crime.
O suspeito confessou a agressão, mas afirmou que não teve intenção de matar. Segundo informações divulgadas pela imprensa portuguesa, Pinto alegou que sua filha, de 17 anos, vinha sendo perseguida por Ferraz e pelo filho dele. Vítor se apresentou voluntariamente à polícia e está preso preventivamente.
De acordo com a polícia local, o crime aconteceu na noite do último sábado, 7 de junho, quando Ferraz saía do carro e foi abordado por Pinto. A vítima teria feito comentários sobre a jovem e tentou evitar o confronto, mas tropeçou e caiu. No chão, foi agredida com socos no peito e na cabeça. Ferraz chegou ao hospital em parada cardiorrespiratória e não resistiu aos ferimentos.
As famílias já tinham um histórico de desentendimentos. Em abril, um dos filhos de Ferraz registrou uma queixa contra Vítor Pinto e a esposa dele, alegando ter sido agredido fisicamente após trocar mensagens com a jovem pelas redes sociais.
Vítor Pinto possui antecedentes criminais por lesão corporal e injúria.
No dia 17 de abril, em Barra de Jangada, bairro de Jaboatão dos Guararapes, no Grande Recife, uma mulher de 44 anos, identificada como Sandra Maria de Sousa, foi inicialmente agredida pelo marido, numa tentativa de assassinato, chegando a dar facadas na vítima.
O casal que viva juntos há 7 anos, possuía relacionamento abusivo, segundo informações. As agressões se estendiam para os três filhos de Sandra, dois meninos e uma criança. Durante a última discussão, o suspeito teria batido na companheira mais uma vez, levando a mulher a pegar uma faca para se proteger.
Foi na tarde do dia 17, que em mais um episódio de agressão, moradores da comunidade invadiram a residência do casal e lincharam o homem, salvando a vítima.
Sandra foi encaminhada para a UPA de Barra de Janga com vários cortes e está sendo transferida para o Hospital da Restauração.
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Recurso tenta derrubar decisão que manteve marca ligada ao tradicional bloco carnavalesco.
Familiares afirmam que a garota havia saído de casa acompanhada do pai com a intenção de ir a uma pizzaria, mas o homem retornou sozinho.
Segundo investigações, o homem usava sua posição como líder para acessar seus alvos, e, a partir disso, explorava a confiança depositada nele pelas famílias das vítimas.
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