Carro capotado devido alteração da gestão João Campos. Foto: Reprodução/TV Guararapes
Moradores do bairro do Ipsesp, na Zona Sul do Recife, denunciam acidentes constantes nas ruas Tocantins e Rio Maranhão desde que a gestão João Campos alterou o sistema binário.
A Rua Tocantins era preferencial há 50 anos, mas após a mudança da Prefeitura do Recife, a preferencialidade passou para a Rio Maranhão que faz o cruzamento, causando transtornos desde então. Além de batidas todos os dias, os residentes alegam também vários fios de postes sendo partidos devido à passagem de caminhões na localidade.
Moradores da Rua Francisco Vita, no bairro do Cordeiro, situada na Zona Oeste do Recife, denunciam uma obra de pavimentação e drenagem inacabada da gestão João Campos, deixando a localidade com buracos, grande acúmulo de água após chuvas, lama, mato e calçadas intransitáveis, por estarem quebradas.
Na entrada da rua, há uma placa da prefeitura que informa:
Ou seja, as obras deveriam ter acabado em dezembro do ano passado. Com isso, habitantes e veículos que passam pelo local enfrentam problemas como infestação de insetos: cobras, escorpiões, gambás e mosquitos, devido a junção da água poluída e a sujeira acumulada.
A Secretaria de Saneamento do Recife (Sesan) esclarece que a obra na Rua Francisco Vita é para implantação do sistema de esgotamento sanitário do Cordeiro. De acordo com a gestão, nesta semana, as intervenções serão iniciadas para recuperação na rede de drenagem do local.
Por outro lado, a Compesa informa que só após a conclusão da obra e a transferência formal da operação, a companhia assumirá a responsabilidade pela manutenção da rede de atendimento às demandas de esgotamento sanitário na rua.
O vereador do Recife, Gilson Machado Filho (PL), utilizou as redes sociais nesta semana para mostrar a fiscalização que realizou nas obras de uma creche pela prefeitura da cidade.
O parlamentar relatou que esperou cerca de cinco horas para poder entrar no prédio em construção, e que só foi possível após a chegada da polícia ao local e encontrou o lugar longe de ser entregue a população.
Na publicação, o vereador Gilson revelou que a obra, originalmente orçada em R$ 1,7 milhão pelos cofres públicos, tinha prazo para ser entregue em novembro de 2023, mas recebeu cinco aditivos de tempo e mais recursos públicos.
O último prazo de entrega do equipamento apontado pela gestão municipal foi para o dia 1° de março deste ano, mas as obras ainda não foram concluídas. O vereador também revelou que a intervenção agora custa cerca de R$ 5,3 milhões.
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