Gutemberg Peixoto Alves de Souza, de 45 anos, que estava foragido e filha que foi morta por ele. Fotos: Reprodução. Arte: Portal de Preso
Gutemberg Peixoto Alves de Souza, de 45 anos, que estava foragido da Justiça desde 2022, foi preso no domingo, 1º de fevereiro, enquanto pescava em um lago público no município de Tatuí, no interior de São Paulo.
Ele é apontado como principal suspeito de matar a própria filha, Agata Gonzaga Peixoto, e ocultar o corpo no quintal da residência onde moravam, em Ilha Comprida, no litoral paulista. A ossada da adolescente foi localizada em novembro de 2022. À época do desaparecimento, Agata tinha 17 anos.
Contra Gutemberg havia um mandado de prisão em aberto pelos crimes de homicídio e ocultação de cadáver. Ele foi abordado por agentes da Guarda Civil Municipal de Tatuí enquanto utilizava uma tarrafa para pescar no lago da Praça Mário Coscia. A prática é proibida no local por ser considerada pesca predatória.
Durante a abordagem, o homem apresentou um nome falso. No entanto, após ser levado à delegacia, a consulta aos sistemas policiais confirmou sua verdadeira identidade e a condição de foragido da Justiça. Diante disso, ele recebeu voz de prisão e foi encaminhado à Delegacia de Polícia de Tatuí, onde permanece detido.
Agata Gonzaga Peixoto deixou de ser vista em 2021, após cerca de três meses morando com o pai. O desaparecimento só passou a ser investigado formalmente em outubro de 2022, quando um tio da adolescente procurou a polícia e informou que ela estava sumida havia mais de um ano.
Segundo o familiar, Gutemberg afirmava que a filha teria ido morar com a mãe, em Itanhaém. A versão, no entanto, foi descartada após a mãe da jovem negar que tivesse recebido Agata. Posteriormente, o suspeito mudou o relato e disse que a adolescente teria fugido para Sorocaba com um rapaz e que não mantinha mais contato com a família nem utilizava redes sociais.
No dia 11 de novembro de 2022, os restos mortais da jovem foram encontrados no quintal da casa onde vivia com o pai. A ossada estava envolta em uma rede e em um lenço.
Além da localização do corpo, a investigação aponta outros indícios contra Gutemberg, como contradições nos relatos sobre o paradeiro da filha, depoimentos de pessoas próximas que afirmaram que Agata tinha medo do pai e o desaparecimento do suspeito logo após ser questionado por familiares.
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Thales Machado era genro do gestor municipal, Dione Araújo (UB), e escreveu, na noite da quarta-feira (11), uma carta aberta nas redes sociais.
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