Um dos suspeitos preso pelos crimes de estupro e tortura. Foto: Reprodução
Policiais civis fazem, nesta segunda-feira, 30 de junho, operação contra um grupo criminoso acusado de estupros e tortura de mulheres, além da divulgação das imagens pela internet. Os mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos no Rio de Janeiro e em outras oito unidades da Federação: Distrito Federal, São Paulo, Amazonas, Bahia, Goiás, Minas Gerais, Piauí e Santa Catarina.
Até às 6h45, quatro pessoas tinham sido presas pela polícia. A Operação Abraccio começou a partir de uma investigação da Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam), de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, depois que uma mãe procurou a unidade para relatar que imagens íntimas de sua filha estavam sendo divulgadas.
A investigação constatou a existência de um grupo criminoso que se organizava por meio da rede social Discord e que fez dezenas de vítimas, das quais seis foram identificadas. Os atos violentos eram transmitidos online ou gravados, para serem divulgados posteriormente.
Entre as violências cometidas pelo grupo estava forçar vítimas a se mutilar com navalhas, fazendo-as escrever nomes dos criminosos na própria pele. Também são investigados crimes de misoginia e racismo.
No mês passado, uma das pessoas suspeitas de integrar o grupo foi presa. A partir da perícia de 80 mil imagens, áudios e vídeos encontrados em dispositivos eletrônicos, os policiais conseguiram chegar aos demais envolvidos.
Um idoso foi preso em flagrante acusado de estuprar duas adolescentes, de 12 e 14 anos, no bairro de Dois Unidos, Zona Norte do Recife.
As garotas, que são irmãs, afirmaram para um policial militar que entraram em um galpão com o homem de 63 anos, que elas não conheciam, pois ele havia prometido uma bicicleta para elas.
O agente, que estava de folga, afirmou que soube do caso após ser informado por moradores suspeitaram do idoso levando as meninas para o local e encontrou o homem em "uma situação suspeita" com as adolescentes.
O policial então prendeu o idoso e impediu que ele fosse linchado pela população do bairro e acionou uma equipe do 11º Batalhão, que levou o suspeito até a Delegacia da Mulher no Centro do Recife.
As irmãs foram levadas pelos responsáveis para a UPA de Nova Descoberta, e depois para o Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (Imip), para passar por exames.
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Thales Machado atuava na Prefeitura de Itumbiara. Ele era genro do gestor municipal, Dione Araújo (UB). Após receber a notícia, o prefeito sofreu um infarto.
Thales Machado era genro do gestor municipal, Dione Araújo (UB), e escreveu, na noite da quarta-feira (11), uma carta aberta nas redes sociais.
As vendas de produtos eletrônicos eram feitas pela plataforma principal, mas os pagamentos eram redirecionados para empresas de fachada.
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