"Cris Brown", no momento da prisão e carro da PCSP. Fotos: Reprodução e Divulgação. Arte: Portal de Prefeitura
Cristiano Alves da Silva, de 36 anos, conhecido como "Cris Brown", foi preso nesta sexta-feira, 17 de outubro, pela Polícia Civil de São Paulo (PCSP) por ser o sétimo suspeito de estar envolvido na morte do ex-delegado Ruy Ferraz Fontes, executado no dia 15 de setembro, no município de Praia Grande, litoral paulista.
O homem, segundo as investigações, é apontado como proprietário da casa em Mongaguá que foi usada como ponto de apoio aos criminosos. Na residência, as digitais de Umberto Alberto Gomes, tido como um possível atirador e morto em confronto com a polícia do Paraná, foram encontradas.
Segundo a PCSP, "Cris Brown" possui antecedentes criminais por roubo, receptação e envolvimento com organizações criminosas.
Cristiano foi localizado em Jardim Gaivotas, na Zona Sul de São Paulo, e levado para a sede do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), que está a cargo das investigações sobre o assassinato de Ruy.
Durante um confronto armado na manhã do dia 30 de setembro, um dos suspeitos de matar o ex-delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo (PCSP), Ruy Ferraz Fontes, foi morto no Paraná pela polícia.
Guilherme Derrite, secretário de Segurança Pública de SP, divulgou a informação e pelo atual delegado-geral da corporação, Artur Dian. Para as autoridades, o suspeito, identificado como Umberto Alberto Gomes, de 39 anos, é o possível atirador que vitimou Ruy.
O homem era considerado suspeito por ter as impressões digitais encontradas em um imóvel na cidade de Mongaguá, perto de Praia Grande e usado como base de apoio pela facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).
Umberto já era alvo de mandado de prisão e estava entre os oito investigados pela força-tarefa criada para apurar a execução de Ruy Fontes. Quatro deles já foram presos. De acordo com Dian, o suspeito havia fugido para o Paraná, o que motivou a ida de equipes de diversas delegacias paulistas ao estado, no último sábado (27), com apoio da Polícia Civil paranaense (PCPR).
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Os disparos foram registrados em um apartamento do complexo residencial estudantil Hugine Suites, localizado dentro do campus.
Tanto o autor como a vítima fatal, segundo informações à PCPE, possuíam um histórico profissional marcado por desentendimentos.
Exu um dos fundamentais orixás no Candomblé e na cultura Iorubá, e o momento foi referenciado à abertura de caminhos nas religiões de matriz africana.
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