Preta Gil. Foto: Reprodução/Instagram
As cinzas da cantora Preta Gil viraram diamantes, que foram distribuídos para seus familiares e amigos após sua morte, em 20 de julho deste ano. Ela morreu por causa de complicações de um câncer de intestino, e já havia ressaltado seu desejo de ter as cinzas transformadas na pedra preciosa, segundo uma reportagem do Fantástico, publicada nesse domingo, 23 de novembro.
"Quando ela viu a possibilidade de que poderia virar um diamante, ela achou magnífico", explicou Gominho, amigo pessoal da cantora. O material foi enviado para dois laboratórios, um em São Paulo, que utilizou o carbono presente nas cinzas para fazer 12 pedras para seus amigos, e outro em Curitiba, que ficou responsável pelo diamante da família Gil.
A manipulação das cinzas passa pela seleção do carbono, que é transformado em grafite e, através de uma prensa industrial especializada, vira diamante. Os valores variam de acordo com o tamanho, a partir de R$ 3,8 mil na empresa entrevistada pelo Fantástico.
"É igual diamante. Não quebra. A Preta é isso... Ninguém destrói, ninguém quebra. E ela era essa pessoa", concluiu Gominho.
A casa onde Preta Gil morava, localizada no alto do Joá, Zona Oeste do Rio, voltou a ser assunto desde a morte da cantora, em julho deste ano. O imóvel, que sempre chamou atenção pela vista ampla para o mar e pelo clima de celebrações entre amigos, tem sido alvo de curiosidade e rumores sobre uma possível venda.
A propriedade ficou conhecida não apenas pelo luxo, mas pelo estilo acolhedor que refletia a personalidade da cantora. Depois do isolamento da pandemia, ela decidiu construir uma casa cercada de verde, com decoração em tons terrosos e materiais naturais, buscando um espaço que unisse conforto e natureza.
A paisagem, com vista para o Morro Dois Irmãos e a Pedra da Gávea, era presença constante nas fotos e vídeos da artista.
Nos últimos dias, portais de entretenimento divulgaram que a mansão estaria sendo anunciada por cerca de R$ 15 milhões, com descrição de um triplex que inclui cinco suítes, piscina, sauna e espaço gourmet.
Amigos próximos, porém, desmentiram a informação e afirmaram que a família não colocou o imóvel à venda. Até o momento, não há nenhum posicionamento oficial dos herdeiros.
Enquanto o assunto gera comentários nas redes, especialistas explicam que imóveis desse padrão no Joá mantêm alta procura devido à localização e à privacidade.
O mercado de luxo no Rio registrou aumento de 6,5% nas vendas no primeiro trimestre de 2025, reflexo do interesse por residências exclusivas e com vista panorâmica.
Com o inventário ainda em andamento, qualquer decisão sobre o destino da casa depende da conclusão do processo de sucessão. Em geral, a transferência para o herdeiro ocorre antes de qualquer negociação.
Mesmo sem confirmação sobre uma possível venda, o imóvel segue despertando o interesse do público, não só pelo valor de mercado, mas pelo vínculo afetivo com uma das artistas mais queridas do país.
Com informações do Estadão Conteúdo
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Thales Machado atuava na Prefeitura de Itumbiara. Ele era genro do gestor municipal, Dione Araújo (UB). Após receber a notícia, o prefeito sofreu um infarto.
Thales Machado era genro do gestor municipal, Dione Araújo (UB), e escreveu, na noite da quarta-feira (11), uma carta aberta nas redes sociais.
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