Cantor de pagode que foi morto. Foto: Reprodução. Arte: Portal de Prefeitura
Jefferson Borges, cantor de pagode, foi morto na terça-feira, 12 de agosto, em Lauro de Freitas, na Bahia. De acordo com a Polícia Civil (PCBA), um grupo de homens invadiu a casa do artista, o retirou e o agrediu violentamente até a morte.
O cantor chegou a ser socorrido e levado para o Hospital Menandro de Farias, mas não resistiu aos ferimentos e morreu horas depois do ataque. Antes de vir a óbito, Jefferson admitiu aos profissionais de saúde que havia sido torturado por traficantes, mas sem dar mais detalhes.
A polícia investiga considera a possibilidade do crime estar relacionado a uma dívida do cantor, empréstimos feitos para apostas em jogos on-line. A mãe do artista comentou o assunto.
“Uma menina que ele se envolveu me disse que ele estava jogando esses jogos. Eu sou leiga nessas coisas de internet, ele não estava mais morando comigo. Soube que ele adquiriu dívidas, mas eu não sei quem são as pessoas. Mãe e pai são os últimos a saber o que os filhos fazem na rua”, comentou.
Jefferson Borges tinha uma carreira solo como cantor e também atuava como backing vocal da banda Petty. Ele deixa uma filha de seis anos. A Polícia Civil segue investigando o caso, mas, até o momento, nenhum suspeito foi identificado e a motivação do crime permanece incerta.
O cantor e compositor Arlindo Cruz morreu no dia 8 de agosto, aos 66 anos. Um dos maiores nomes do samba brasileiro, Arlindo teve uma carreira marcada por sucessos como "O Show Tem Que Continuar" e "Meu Lugar", além de sua atuação no grupo Fundo de Quintal.
Desde 2017, o artista enfrentava complicações de saúde após sofrer um AVC. Sua morte representa uma grande perda para a música popular brasileira, especialmente para o samba, gênero ao qual dedicou mais de quatro décadas de carreira.
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Segundo relatos das vítimas, o problema teve início quando o elevador parou no 9º andar. Ao tentar subir para o 11º, o equipamento teria perdido força.
Pela força do impacto, as cabines dos veículos ficaram destruídas e parte da carga ficou espalhada pela rodovia. A PRF esteve no local.
Contra o suspeito havia sete mandados de prisão por homicídio. A mulher tinha um mandado em aberto. Ambos também são investigados por tráfico de drogas e extorsão.
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