Empresário cujo advogados deixaram defesa e gari assassinado. Fotos: Reprodução. Arte: Portal de Prefeitura
Leandro Guimarães Salles, Leandro Guimarães Salles e Henrique Viana Pereira, advogados de Renê da Silva Nogueira Junior, deixaram de o defender na segunda-feira, 18 de agosto. O empresário está preso desde o dia 11 pelo assassinato do gari Laudemir Fernandes, em Belo Horizonte.
Em um documento destinado à juíza do 1º Tribunal do Júri da comarca da cidade mineira, os advogados afirmam que "vêm, respeitosamente, à presença de Vossa Excelência RENUNCIAR aos poderes que lhe foram outorgados".
De acordo com os defensores, "o investigado foi informado e irá constituir novo procurador".
À imprensa, Leonardo Salles afirma que deixou o caso por "motivo de foro íntimo" após uma conversa reservada com o empresário.
O empresário René da Silva Nogueira Júnior confessou à Polícia Civil que a arma usada para matar o gari Laudemir de Souza Fernandes pertence à esposa dele, a delegada Ana Paula Balbino Nogueira, integrante da corporação em Minas Gerais.
O crime ocorreu na manhã da última segunda-feira, 11 de agosto, em Belo Horizonte (MG), durante uma discussão de trânsito, enquanto a vítima trabalhava na coleta de lixo.
René foi preso poucas horas depois, em uma academia de luxo localizada no bairro Estoril, na região Oeste da capital mineira. A captura foi realizada em uma operação conjunta das polícias Civil e Militar.
De acordo com testemunhas, a confusão começou quando o empresário discutiu com a motorista do caminhão de coleta. A condutora relatou que havia espaço suficiente para o carro dele passar, mas René se irritou e chegou a ameaçar atirar. Diante da situação, os garis tentaram intervir e pediram que ele se acalmasse.
Durante a discussão, Laudemir foi baleado. Ele chegou a ser socorrido pela Polícia Militar e levado em uma viatura até o hospital, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.
A Prefeitura de Belo Horizonte informou que o gari prestava serviços por meio de uma empresa terceirizada de limpeza urbana. O município declarou ainda que está oferecendo apoio à família da vítima.
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Suspeita afirmou que receberia R$ 7 mil para entregar a droga em Juazeiro do Norte (CE) e disse que era a segunda vez que realizava o transporte.
Suspeito tentou fugir ao perceber a chegada da polícia e levou os militares até a residência, onde foram apreendidos drogas, arma e munições.
Otávio Soares Macedo passou mal durante o período escolar. O Samu realizou manobras de reanimação por 45 minutos, mas o estudante não resistiu.
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