Festival acontece de 28 de outubro a 1º de novembro, exclusivamente no Cinema São Luiz; ingressos custam R$ 10 e R$ 5.
26 de outubro de 2026 às 14:11 - Atualizado às 14:33
Cinema São Luiz. Foto: Hesíodo Góes/ Secom
O Festival Janela Internacional de Cinema do Recife chega à 17ª edição com uma programação que reúne cinema pernambucano, produções internacionais e clássicos restaurados. As sessões acontecem de quarta-feira, 28 de outubro, a domingo, 1º de novembro, no Cinema São Luiz, na Boa Vista, no Centro da capital.
Ao longo dos cinco dias, o público poderá conferir 31 filmes, entre longas e curtas-metragens, além de uma série. Os ingressos custam R$ 10, na modalidade inteira, e R$ 5, na meia-entrada. A compra antecipada está disponível pelo site: www.ingressosfundarpe.com.br/. A bilheteria física abre uma hora antes de cada sessão.
Com curadoria do cineasta Kleber Mendonça Filho e do programador e pesquisador Pedro Azevedo Moreira, a edição de 2026 amplia a presença da produção local. São 15 filmes pernambucanos na seleção.
Entre os destaques estão “Vivo 76”, documentário de Lírio Ferreira sobre Alceu Valença; “Yellow Cake”, de Tiago Melo; “Coração de Lona”, de Tuca Siqueira; e “Cão sem Plumas”, de Camila Valença. “A Margem do Rio”, dirigido por Matheus Farias e Enock Carvalho, também integra a programação.
Diferentemente de edições anteriores, todas as sessões ficam concentradas no São Luiz. A escolha levou a curadoria a organizar uma grade mais compacta, reunindo obras contemporâneas e títulos históricos na mesma sala.
A programação inclui produções de dez países. Entre os títulos internacionais está “Tudo Pode Ser Visto”, dos diretores Nathan Fielder e Lance Oppenheim, com exibição marcada para sábado (31), às 19h.
O festival também apresenta uma sessão especial em colaboração com o New York Film Festival. O programa reúne curtas de diferentes nacionalidades, incluindo “Una Película Robada”, de Camilo Restrepo; “Torino Shadow”, de Jia Zhangke; e “South of Tehran”, de Kleber Mendonça Filho.
Clássicos como “A Profecia”, “A Dama de Shangai”, “O Estranho” e “The Devils” completam a seleção.
Durante o festival, o público poderá conhecer o Centro de Referência do Audiovisual Pernambucano (Cena) e a Sala Imersiva Geraldo Pinho, instalados no primeiro e no segundo andar do cinema.
Os espaços apresentam objetos de época e videoinstalações que ajudam a contar a história do São Luiz e sua relação com a cultura cinematográfica pernambucana.
| Horário | Filmes |
|---|---|
| 17h | Sandra Roque, de Mayara Santana, e Tutti Frutti, de Céline Sciamma |
| 18h30 | Amanhecendo, de Jomard Muniz de Britto e Rucker Vieira, e Vivo 76, de Lírio Ferreira |
| 20h50 | Maracatu Maracatus, de Marcelo Gomes, e Era uma Vez no Harlem, de William Greaves e David Greaves |
| Horário | Filme |
|---|---|
| 14h | La Gradiva, de Marine Atlan |
| 17h | Coração de Lona, de Tuca Siqueira |
| 19h | Club Kid, de Jordan Firstman |
| 21h30 | Yellow Cake, de Tiago Melo |
| Horário | Filmes |
|---|---|
| 16h15 | Seis Meses no Prédio Rosa e Azul, de Bruno Santamaría Razo |
| 18h20 | Imitação da Vida, de Jomard Muniz de Britto, e Cão sem Plumas, de Camila Valença |
| 20h10 | A Margem do Rio, de Matheus Farias e Enock Carvalho |
| 22h30 | A Profecia, de Richard Donner |
| Horário | Filmes |
|---|---|
| 14h50 | New York Film Festival Spotlight Shorts, sessão de curtas com produções do Brasil, Palestina, Colômbia, China e França |
| 16h50 | That’s a Lero-Lero, de Lírio Ferreira, e A Dama de Shangai, de Orson Welles |
| 19h | Tudo Pode Ser Visto, de Nathan Fielder e Lance Oppenheim |
| 22h30 | Melk, de Filip Anthonissen, e The Devils, de Ken Russell |
| Horário | Filmes |
|---|---|
| 11h | Miguel, de Janaína Guedes e Sérgio Poroger, e Iron Boy, de Louis Clichy |
| 14h | That’s a Lero-Lero, de Lírio Ferreira, e O Estranho, de Orson Welles |
| 16h20 | Entrevista com Celeida Sette, de Kleber Mendonça Filho, e Luciana, a Comerciária, de Mozart Cintra |
| 18h30 | Tigre de Papel, de James Gray |
| 20h45 | Delegado, de Leonardo Lacca e Marcelo Lordello |
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