Thor, cãozinho que atuou no resgate das vítimas da tragédia de Brumadinho, morre aos 12 anos Foto: Reprodução
O cãozinho Thor, que ficou conhecido nacionalmente pela atuação na operação de resgate na tragédia em Brumadinho, em Minas Gerais, morreu na sexta-feira, 2 de maio, aos 12 anos. O labrador integrou a equipe do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal atuou incansavelmente ao lado de bombeiros e outros cães farejadores para localizar vítimas do acidente que deixou mais de 270 pessoas mortas, em 2019.
Após oito anos de serviços prestados, Thor se aposentou em 2020 e foi adotado por tutores que o acolheram até sua morte. Nas redes sociais, o CBDF homenageou o cãozinho e destacou sua importância para a corporação.
"Entre os escombros de Brumadinho, ele correu sem medo, guiado apenas pelo faro e por seus condutores. Salvou vidas, deu esperança onde só havia dor. Já idoso, aposentou-se com a dignidade de um verdadeiro herói. Agora descansa, cercado pelo respeito e pelo amor de todos que conheceram sua coragem. Seu legado permanece — fiel, bravo e inesquecível Thor."
O rompimento da barragem de Brumadinho foi uma tragédia ambiental que aconteceu na cidade de Brumadinho, em Minas Gerais, no dia 25 de janeiro de 2019. No início da tarde daquele dia, a barragem de rejeitos da mineração da Mina de Córrego do Feijão, da companhia Vale, colapsou, liberando uma avalanche de lama sobre uma área de 290 hectares.
A lama atingiu parte da empresa que operava no local, a zona rural de Brumadinho e a comunidade de Vila Ferteco. Com 272 vítimas fatais e milhares de pessoas desabrigadas ou desalojadas, é considerado o maior acidente de trabalho do Brasil.
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Segundo a Polícia Civil, a vítima teria sido convidada pelos menores para tomar banho em um açude, onde a violência teria acontecido.
Dados do Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA), até 24 de agosto, registraram 6.509 mortes e ao menos 1,3 milhão de pessoas afetadas.
O imunizante é resultado de uma parceria entre pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), da Universidade de São Paulo (USP) e do laboratório farmacêutico Cristália.
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