Tarcisio de Freitas e Alexandre de Moraes. Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), pediu anistia aos presos pelos atos do 8 de janeiro em discurso durante ato na Avenida Paulista neste sábado, 7 de setembro. Diferentemente dos demais que fizeram declarações de cima de um trio elétrico, Tarcísio não mencionou o impeachment do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.
"Hoje estamos aqui, de novo na arena, de novo por uma devoção, por uma causa. Estamos aqui para fazer a diferença: e a nossa causa hoje é a liberdade, é a anistia para aqueles apenados de forma desproporcional, de forma cruel. Anistia, sim", afirmou Tarcísio, acrescentando que o Congresso pode "nos dar esse remédio político".
Diferentemente de outros bolsonaristas, como os deputados federais Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e Nikolas Ferreira (PL-MG), Tarcísio não mencionou o ministro Alexandre de Moraes em seu discurso. Ele fez uma fala genérica sobre a importância de preservar "aquilo que é mais caro para nós, a liberdade", e se concentrou em elogiar o ex-presidente Jair Bolsonaro, destacando realizações como a reforma da Previdência e o marco do saneamento.
"Não podemos tolerar a falta de segurança jurídica. Estamos aqui para dizer que estamos com Jair Messias Bolsonaro. Sempre estivemos. Sempre estaremos", declarou Tarcísio, afirmando que Bolsonaro "criou um movimento" que vai "salvar o Brasil". Ele acrescentou: "Que esse mar de gente sirva de inspiração para nossos congressistas", e concluiu pedindo por "pacificação" e ressaltando que "a pacificação necessita de gestos".
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O ator brasileiro também foi escolhido como uma das quatro capas da revista, ao lado da atriz Zoe Saldaña, do cantor Luke Combs e da atriz e comediante Nikki Glaser.
Flávio teria associado imagens de Lula ao presidente da Venezuela, Maduro, além de mencionar supostos crimes como tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro e apoio a ditaduras.
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