Fim do Home Office? Reprodução Portal Contábeis.
O cenário do mercado de trabalho brasileiro neste início de 2026 marca o encerramento de um ciclo de flexibilidade extrema que começou há alguns anos. Em primeiro lugar, as principais corporações do setor financeiro, de tecnologia e de serviços estão oficializando a transição do modelo totalmente remoto para o regime híbrido ou presencial integral. De fato, a justificativa das empresas foca na necessidade de recuperar a cultura organizacional e acelerar os processos de inovação que dependem do contato direto entre as equipes.
Os motivos por trás da mudança de estratégia empresarial
A decisão de trazer os funcionários de volta para a sede física é uma escolha baseada em produtividade colaborativa. Além disso, o consultor de gestão e capital humano Fernando Mantovani, diretor geral da Robert Half no Brasil, explica que a colaboração espontânea e o treinamento de novos talentos sofrem perdas significativas no ambiente puramente digital. Nesse sentido, conforme informações do portal G1, as empresas notaram que a resolução de problemas complexos é mais ágil quando os departamentos estão integrados no mesmo espaço físico.
O impacto no bem-estar e na rotina do colaborador
A medida exige que profissionais adaptem suas vidas novamente aos deslocamentos urbanos diários. Dessa forma, a psicóloga organizacional Renata Rivetti, especialista em felicidade no trabalho, destaca que o fim do home office total requer um novo período de adaptação para evitar o esgotamento (burnout). Segundo Rivetti, em entrevista ao portal Poder360, as empresas que oferecem contrapartidas, como infraestrutura de alta qualidade e ambientes de convivência, conseguem reter melhor seus talentos durante essa transição.
O papel da legislação trabalhista no novo modelo
O movimento de retorno tem sido acompanhado de perto por especialistas jurídicos para garantir a segurança dos contratos. Contudo, a legislação brasileira atual permite que a alteração do regime de trabalho seja decidida pelo empregador, desde que respeitados os prazos de aviso prévio. De acordo com o advogado trabalhista Ricardo Christophe da Rocha Freire, os novos contratos de 2026 já trazem cláusulas específicas sobre a presencialidade obrigatória. Conforme a revista Exame, o desafio atual é equilibrar os custos fixos dos prédios corporativos com a satisfação das equipes no dia a dia.
O que esperar do mercado de trabalho para o restante do ano
O modelo híbrido parece ser o ponto de equilíbrio que tenta conciliar os interesses de empresas e empregados. Portanto, o profissional de 2026 precisa estar preparado para uma rotina que valoriza a inteligência emocional e o convívio presencial. De acordo com o portal Terra, especialistas em recrutamento indicam que a habilidade de comunicação interpessoal voltou a ser um dos diferenciais mais buscados em entrevistas, consolidando o escritório como o centro estratégico da vida corporativa novamente.
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