O resultado do levantamento aparece após a ofensiva militar dos Estados Unidos na Venezuela, que levou à prisão de Nicolás Maduro no início de janeiro.
Primeira foto de Nicolás Maduro após sua captura e bombardeio à Venezuela Foto: Divulgação
Metade dos brasileiros considera aceitável a interferência de um país em outro para prender um ditador, segundo pesquisa do instituto Genial/Quaest divulgada nesta quinta-feira, 15 de janeiro.
O resultado do levantamento aparece após a ofensiva militar dos Estados Unidos na Venezuela, que levou à prisão do ditador venezuelano Nicolás Maduro no início de janeiro.
O levantamento mostrou que 50% consideram aceitável interferir em outra nação para prender um ditador, enquanto 41% acreditam que não e 9 não souberam responder.
Apesar do apoio à ideia de intervenção em casos de ditadura, a maioria da população defende que o Brasil adote uma postura cautelosa diante do episódio.
Para 66% dos entrevistados, o País deve se manter neutro em relação às ações do presidente americano, Donald Trump, na Venezuela. Apenas 18% dizem que o Brasil deveria apoiar a ofensiva, enquanto 10% avaliam que o governo brasileiro deveria se opor.
O levantamento também aponta receio em relação a esse tipo de ação. Segundo a pesquisa, 58% dos brasileiros afirmam ter medo de que os Estados Unidos façam algo semelhante com o Brasil. Outros 40% dizem não temer uma intervenção do tipo, e 2% não souberam responder.
A pesquisa Genial/Quaest foi realizada entre os dias 8 e 11 de janeiro e ouviu 2.004 brasileiros de 16 anos ou mais. A margem de erro é de dois pontos porcentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.
Estadão Conteúdo
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O membro do Programa do Ratinho, do SBT, pilotava uma motocicleta quando sofreu um mal súbito, fazendo assim perder o controle do automóvel.
Os advogados também requereram mais detalhes sobre as datas das supostas invasões de sistemas de órgãos públicos e remoções de conteúdo em plataformas digitais.
Os quatro réus acusados pelo crime estão presos após se apresentarem à polícia entre a última terça-feira, 3, e esta quarta.
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