PRF prende passageira que transportava cerca de 13 Kg de skunk em ônibus Foto: Divulgação/PRF
Na manhã desta segunda-feira, 4 de novembro, por volta das 10h40, uma ação da Polícia Rodoviária Federal (PRF) resultou na prisão de uma passageira que transportava aproximadamente 13,6 quilos de skunk em um ônibus que fazia a linha Porto Velho (RO) - Brasília (DF). A abordagem ocorreu na BR-070, no km 635, no município de Poconé (MT), em frente à Unidade Operacional da PRF.
Durante a fiscalização, os policiais perceberam que uma passageira, demonstrava sinais de nervosismo e apresentou versões contraditórias sobre a viagem. Em sua bagagem foram localizados 10 volumes de skunk ( supermaconha ), totalizando aproximadamente 13,630 quilos.
A mulher disse que receberia uma quantia em dinheiro para transportar a droga de Porto Velho até Goiânia (GO). A suspeita foi encaminhada à Delegacia da Polícia Civil em Poconé para os procedimentos legais cabíveis.
Um carro caracterizado como uma viatura de polícia dos Estados Unidos chamou a atenção de policias rodoviários federais no domingo, 3 de novembro, na BR-104, em Caruaru, no Agreste de Pernambuco. Apesar de inusitadas, as modificações no veículo estavam autorizadas pelo Departamento Estadual de Trânsito de Pernambuco (Detran-PE).
Policiais realizavam uma fiscalização no Km 63 da rodovia, quando abordaram um carro modelo Astra com diversas modificações para se parecer com uma viatura norte-americana. Ao verificar a documentação apresentada pelo motorista, a equipe constatou que a alteração de característica constava no licenciamento do veículo.
Apesar disso, o carro estava com irregularidades na película utilizada e na luz de led do farol dianteiro. Foram emitidas autuações por essas infrações e o motorista seguiu viagem, sendo dado um prazo para que ele regularize a situação.
O motorista disse que possui um perfil nas redes sociais e posta imagens do carro no canal.
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O valor consta do Projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) do próximo ano, enviado nesta quarta-feira (15) ao Congresso Nacional.
80% dos casos são diagnosticados em estágios avançados, o que dificulta o tratamento e reduz as chances de cura.
As datas são definidas com base no dígito final do Número de Inscrição Social (NIS) e com base na renda do beneficiário.
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