Nova carteira de identidade nacional - CIN. Créditos: Reprodução/Divulgação
Atenção: começa a contagem regressiva para a substituição do antigo RG pela nova Carteira de Identidade Nacional (CIN), documento que já revolucionou a identificação dos brasileiros e promete ainda mais praticidade e segurança nos próximos anos. A transformação é ampla: o novo documento padroniza o número de identificação civil, tendo agora o CPF como identificador único válido em todo o território nacional, eliminando possíveis fraudes e promovendo acesso facilitado a serviços públicos essenciais.
De acordo com o Decreto nº 10.977/2022, publicado pelo governo federal, o prazo para trocar o RG antigo termina em 2032. Isso significa que, até essa data, os brasileiros ainda podem utilizar a versão antiga do documento sem maiores transtornos na rotina — mas a orientação é clara: não deixe para a última hora!
A nova CIN chega com uma proposta de simplificação eficiente e tecnologia avançada. O CPF, que já é a base das principais políticas públicas do país, se torna o número único, acabando com o cenário anterior, no qual um cidadão podia ter registros distintos nos 27 estados brasileiros. Agora, um único documento, físico e digital, reúne todas as informações relevantes, como nome social, dados biométricos e até QR Code antifraude.
Confira as principais inovações:
Com a padronização, o cidadão passa a ter acesso facilitado a benefícios sociais, prevenindo problemas como divergências cadastrais em políticas públicas.
O prazo limite é 2032. Isso significa que o RG tradicional continua sendo aceito até essa data tanto em órgãos públicos quanto privados, para abertura de contas bancárias, consultas médicas, cadastros em escolas e viagens nacionais. Depois desse período, apenas a nova Carteira de Identidade Nacional, a CNH e o passaporte passarão a ser aceitos.
Situações de exceção, entretanto, já exigem atenção: mudou algum dado pessoal? Perdeu o RG? Vai viajar para países do Mercosul? Nesses casos, recomenda-se antecipar a troca, pois a CIN já está alinhada às exigências internacionais de identificação.
O processo é prático e gratuito para a primeira via. O cidadão deve seguir três etapas simples:
A recomendação para todo o Brasil é evitar deixar para o último momento, especialmente considerando possíveis sobrecargas nos sistemas estaduais próximos ao fim do prazo.
Diferente do RG antigo, que não tinha prazo fixo, a CIN tem validade definida conforme a faixa etária do titular:
Essa adaptação facilita o controle da validade, tornando o documento ainda mais confiável.
Especialistas e órgãos públicos alertam: adiar pode trazer dificuldades. A emissão da CIN, com tecnologia digital e integração a múltiplos sistemas, é ponto fundamental na inclusão social e digital do cidadão brasileiro. Atualizar o documento garante:
Portanto, a orientação mais estratégica é não esperar até 2032: antecipe-se, garanta o novo documento e evite possíveis imprevistos, como sistemas sobrecarregados ou urgências de última hora.
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