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Nordeste, região mais pobre do Brasil, gerou apenas 6% dos empregos formais em 2025

O território é o mais dependente do Bolsa Família, tendo 40% da população assistida pelo auxílio do Governo Federal.

29 de março de 2025 às 10:07   - Atualizado às 10:07

Nordeste gera apenas 6% dos empregos formais em 2025

Nordeste gera apenas 6% dos empregos formais em 2025 Arte: Portal de Prefeitura

Em 2025, o Nordeste mostrou um saldo de 34.419 empregos gerados no acumulado do ano, representando 6% do total acumulado no país. A análise é da Sudene, com base nos dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), divulgados na sexta-feira, 28 de março.

Os estados de Pernambuco e Ceará, com 7.588 (20,5%) e 6.488 (17,5%) novos postos de trabalho, respectivamente. Na sequência, aparecem Piauí (2.994), Rio Grande do Norte (2.495), Maranhão (1.470), Sergipe (869) e Paraíba (525). Por sua vez, Alagoas apresentou um decréscimo de 5.471 postos de trabalho, ficando muito abaixo da média brasileira no mês de fevereiro.

Apesar do crescimento no setor de serviços, o mercado de trabalho no Nordeste apresentou sinais preocupantes, com retrações significativas em setores essenciais como a indústria e a agropecuária.

A indústria registrou um saldo negativo de 1.976 postos de trabalho, impactado principalmente pelo desempenho de Alagoas, que fechou 4.847 vagas. Na Indústria de Transformação, a situação foi ainda mais crítica, com uma perda de 2.426 postos em toda a região. Apenas a Bahia (2.462), Ceará (762), Maranhão (420) e Piauí (80) conseguiram manter números positivos, mas insuficientes para reverter o cenário de queda.

O setor agropecuário também sofreu retração, com um saldo negativo de 1.641 postos de trabalho no Nordeste. Apenas Bahia (2.476), Piauí (518) e Maranhão (347) registraram crescimento, enquanto os demais estados enfrentaram cortes.

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No comércio e na construção, apesar de saldos positivos, a concentração do crescimento em poucos estados evidencia desigualdades regionais. Bahia e Ceará se destacam e responderam por 64% das vagas no comércio, enquanto na construção, Ceará, Pernambuco e Bahia concentraram mais de 60% das contratações, deixando outros estados com crescimento modesto ou estagnado.

Mesmo com o bom desempenho do setor de serviços, sendo o principal gerador de empregos na região, os números negativos da indústria e agropecuária acendem um alerta sobre a fragilidade da recuperação econômica nordestina. 

Por fim, no setor agropecuário, apenas a Bahia, com 2.476 novos postos de trabalho, o Piauí, com 518, e o Maranhão, com 347 novos postos, apresentaram saldo positivo. O Nordeste apresentou um saldo negativo de –1.641 postos de trabalho no setor.

Da redação do Portal com informações da Agência Gov

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