Mulher é APEDREJADA até a morte após se recusar a fazer teste de HIV Foto: Reprodução/ Street View
Uma mulher de 26 anos foi encontrada morta na madrugada desta segunda-feira, 21 de outubro, na Rua Minas Gerais, na zona rural de Lins, interior de São Paulo. O crime mobilizou as autoridades, resultando na prisão de três pessoas em flagrante.
De acordo com a Secretaria da Segurança Pública (SSP), policiais militares foram acionados e descobriram uma pedra grande com manchas de sangue, que pode ter sido utilizada no homicídio.
As investigações levaram à residência de Fernanda Aparecida Faben, de 39 anos, onde foram apreendidas roupas manchadas de sangue e um par de tênis coberto de barro, evidências que contribuíram para sua prisão.
Além disso, um homem de 27 anos, identificado como J.S, foi localizado no local. Segundo o Boletim de Ocorrência, ele era foragido da Justiça por não ter retornado de uma saída temporária e confessou ser o autor do crime. Na sua confissão, J.S alegou que agiu sozinho após a vítima afirmar que o havia infectado com HIV, e que ela se recusou a fazer um teste para comprovar que não tinha o vírus.
Irritado, ele teria brigado com a mulher e a matado. Já detido por policiais, o homem alegou que inicialmente pretendia "só bater nela", mas acabou assassinando a vítima. Apesar das alegações do suspeito, Fernanda Aparecida Faben afirmou que um outro homem, conhecido como J.A, teria participado e planejado o crime.
A delegada do caso, Juliana Bredariol da Delegacia da Defesa a da Mulher (DDM) de Lins, informou que após ouvir cinco testemunhas, pediu a conversão do flagrante em preventiva. A Justiça aceitou o pedido e os presos permanecerão detidos.
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Além disso, a empresa também deverá afixar a comunicação em locais de grande circulação de funcionários em seus estabelecimentos. Caso a empresa descumpra a decisão, há multa diária de R$ 500 mil.
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