Ao longo de sua trajetória, o músico conquistou importantes distinções como a Bolsa Guggenheim, o Prêmio Tomás Luís de Victoria da SGAE e a Ordem do Mérito Cultural do Brasil.
Marlos Nobre. Foto: Maria Luiza Nobre/Divulgação
O maestro Marlos Nobre, um dos maiores compositores brasileiros de todos os tempos, morreu na segunda-feira, 2 de dezembro, aos 85 anos. A informação foi confirmada por sua esposa, Maria Luiza Nobre, mas a causa da morte não foi divulgada.
O músico ficou conhecido por mesclar música erudita com elementos da música popular brasileira. Ele, que começou a estudar teoria musical quando criança no Conservatório Pernambucano de Música, se tornou o primeiro brasileiro a reger a Royal Philarmonic Orchestra de Londres, em 1990.
Formado em piano e teoria musical, Nobre compôs cerca de 250 peças ao longo de sua carreira. Ele também estudou e trabalhou com nomes importantes do mundo da música como H.-J. Koellreutter, Camargo Guarnieri, Alexandre Goehr, Günther Schüller e Leonard Bernstein.
Ao longo de sua trajetória, conquistou importantes distinções como a Bolsa Guggenheim, o Prêmio Tomás Luís de Victoria da SGAE e a Ordem do Mérito Cultural do Brasil. Ele também ocupava a cadeira nº 1 da Academia Brasileira de Música.
Nobre atuou como diretor musical da Rádio MEC e do Instituto Nacional de Música da Fundação Nacional de Arte do Brasil, além de ter sido presidente do International Music Council of Unesco em Paris entre 1985 e 1987.
O cantor Agnaldo Rayol morreu no dia 4 de novembro, aos 86 anos de idade. Rayol começou a carreira em 1946 na Rádio Nacional, aos 8 anos de idade, no programa Papel Carbono, apresentado por Renato Murce.
Nascido no Rio de Janeiro em maio de 1938, ainda na infância Rayol se mudou com a família para Natal, no Rio Grande do Norte, onde atuou como ator e cantor nas rádios Araripe e Poti.
Após o retorno ao Rio de Janeiro, foi contratado pela rádio Tupi e gravou seus primeiros álbuns.
O artista também atuou e apresentou programas de televisão, como o Corte-Rayol show, na TV Record. Rayol também estrelou filmes.
Em uma nota divulgada, “a família agradece as manifestações de carinho e apoio ao longo da carreira de Agnaldo Rayol”.
"É com profundo pesar que comunicamos o falecimento do cantor Agnaldo Rayol, aos 86 anos, ocorrido na manhã de hoje no Hospital HSANP, localizado no bairro de Santana, em São Paulo. O artista, que marcou gerações com sua voz inconfundível e presença carismática, faleceu após uma queda em seu apartamento nessa madrugada"
O músico ficou famoso pelo seu repertório na música romântica, especialmente com versões de canções italianas, como “Mia Gioconda” e “Tormento D’Amore”. Além disso, ficou marcado pelo período enquanto galã de telenovelas na Record, onde também apresentou diversos programas.
Ao todo, fez 56 discos ao longo da carreira e participou de 14 filmes.
“Agnaldo Rayol deixa um legado inestimável para a música brasileira, com uma carreira que atravessou décadas e tocou os corações de milhões de fãs”, diz a nota oficial.
Estadão Conteúdo
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