Edson Café, ex-integrante do Raça Negra. Foto: Reprodução. Arte: Portal de Prefeitura
Edson Bernardo de Lima, conhecido artisticamente como Edson Café, ex-violonista do grupo Raça Negra, morreu aos 69 anos em São Paulo. O músico foi encontrado desacordado em uma via pública no último dia 31 de maio e levado ao Hospital Municipal do Tatuapé, onde faleceu. A causa da morte ainda está sob investigação.
Segundo informações da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo, o caso foi registrado como morte suspeita pelo 52º Distrito Policial (Parque São Jorge). O corpo de Edson foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) Leste e identificado após exames periciais, sendo liberado em seguida para os familiares.
A Polícia Civil apura as circunstâncias do falecimento e ainda não divulgou detalhes conclusivos.
Edson Café integrou o Raça Negra nos anos 1990, período de maior sucesso comercial do grupo, marcado por hits que se tornaram clássicos do pagode romântico. Responsável pelo violão, ele ajudou a consolidar a identidade sonora da banda. Após sofrer um derrame, Edson perdeu os movimentos dos braços e se afastou da música.
Nos últimos anos, enfrentou problemas com dependência química e passou a viver em situação de rua, afastado dos holofotes e da indústria musical.
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O valor médio pago varia de R$ 2,8 mil a R$ 2,9 mil, dependendo do tempo de trabalho e do salário da época.
Levantamento Genial/Quaest aponta queda de 13 pontos percentuais nas intenções de voto do ex-prefeito do Recife em comparação ao último semestre.
O marido, de nacionalidade libanesa, também morreu no ataque, enquanto o outro filho do casal, também brasileiro, foi hospitalizado.
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