Michelle Bolsonaro se manifesta sobre prisão de tio. Fotos: Isaac Nóbrega/ PR e Reprodução
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro se manifestou neste sábado, 2 de agosto, sobre a prisão de seu tio, Gilberto Firmo Ferreira, detido na sexta-feira (1º), em Ceilândia (DF), acusado de armazenar e compartilhar pornografia infantil. Após audiência de custódia, ele foi liberado provisoriamente, mas seguirá respondendo ao processo.
Michelle, que está em missão no Pará, afirmou ter recebido a notícia com “indignação e profunda tristeza”. Em nota à imprensa, repudiou de forma veemente o suposto envolvimento do parente com crimes.
“Trata-se de um crime vergonhoso, não somente por sua gravidade, mas principalmente porque fere profundamente a dignidade humana de crianças e adolescentes”, declarou.
Ela destacou que não mantém qualquer relação ou convivência com o investigado há mais de 18 anos, apesar do laço familiar.
Considerou a conduta “lastimável, revoltante e repugnante” e disse esperar que, caso as acusações sejam comprovadas, ele “receba integralmente o peso da justiça”.
A ex-primeira-dama reforçou seu compromisso como defensora dos direitos de crianças e adolescentes e afirmou que a responsabilização deve ocorrer “inclusive para parentes que pratiquem qualquer tipo de violação aos valores humanos fundamentais”.
Michelle também criticou tentativas de associá-la ao caso:
“Rejeito com veemência qualquer tentativa de atrelar meu nome ou minha reputação pessoal e profissional a atos praticados por terceiros, parentes ou não”.
Durante depoimento à Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), Gilberto, que é surdo, confessou que participava de um grupo no Facebook com outras cinco pessoas, no qual compartilhava vídeos criminosos. A oitiva contou com apoio de um intérprete de Libras, solicitado pela Secretaria da Pessoa com Deficiência do DF.
No depoimento, Gilberto afirmou que o celular com os arquivos foi um presente de um amigo, já que o aparelho antigo estava “muito velho”.
Ainda segundo ele, apesar de saber que havia material de pedofilia no dispositivo, não apagou os arquivos. O investigado alegou que chegou a pedir para que não lhe enviassem mais o conteúdo, mas não foi atendido.
A prisão em flagrante foi realizada durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão expedido pelo Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO). A ação foi coordenada pela PCDF após investigações apontarem que o e-mail de Gilberto estava sendo utilizado para compartilhar o material ilegal.
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