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Mamonas Assassinas: jaqueta é encontrada intacta sobre caixão de Dinho 30 anos após tragédia

Dinho, Bento Hinoto, Samuel Reoli, Júlio Rasec e Sérgio Reoli morreram em 2 de março de 1996, em um acidente aéreo na Serra da Cantareira, na Zona Norte da capital paulista.

Fernanda Diniz

26 de fevereiro de 2026 às 18:54   - Atualizado às 18:54

Jaqueta Mamonas Assassinas.

Jaqueta Mamonas Assassinas. Foto: Divulgação

Três décadas após a morte dos integrantes dos Mamonas Assassinas, um detalhe inesperado chamou atenção durante a exumação dos corpos no Cemitério Primaveras, em Guarulhos, na Grande São Paulo.

Uma jaqueta colocada sobre o caixão do vocalista Dinho no dia do sepultamento foi encontrada preservada. Imagens da peça foram obtidas e divulgadas pelo g1.

Dinho, Bento Hinoto, Samuel Reoli, Júlio Rasec e Sérgio Reoli morreram em 2 de março de 1996, em um acidente aéreo na Serra da Cantareira, na Zona Norte da capital paulista.

A exumação, realizada na última segunda-feira (23), faz parte de um projeto das famílias para transformar parte das cinzas dos músicos em um memorial ecológico.

De acordo com Jorge Santana, CEO da marca Mamonas, a jaqueta foi lançada sobre o caixão por um integrante da equipe no momento do enterro.

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O fato de a peça estar praticamente intacta gerou comentários nas redes sociais, mas a explicação está no material: o nylon, composto por polímeros plásticos, pode levar até 200 anos para se decompor.

Especialistas apontam que, em ambiente enterrado, a durabilidade pode ser ainda maior.

A família de Dinho pretende doar a jaqueta para o museu do Centro Universitário FIG-Unimesp, em Guarulhos, onde poderá integrar o acervo dedicado à trajetória da banda.

O novo memorial, batizado de Jardim BioParque Memorial Mamonas, prevê o plantio de cinco jacarandás, um para cada integrante.

A proposta é criar um espaço aberto à visitação, unindo natureza e tecnologia. As árvores terão identificação individual e recursos digitais que permitirão aos visitantes acessar conteúdos como vídeos, entrevistas e registros históricos do grupo.

Os túmulos originais serão preservados, mas o espaço ao redor passará a abrigar a nova estrutura, que terá visitação gratuita. As famílias também estudam ampliar iniciativas ligadas ao Instituto Mamonas Assassinas e criar um museu permanente sobre a banda.

A história do grupo também será revisitada no documentário “Mamonas – Eu Te Ai Lóve Iú”, que será exibido pela TV Globo no dia 2 de março, relembrando o impacto cultural deixado pelos cinco jovens de Guarulhos.
 

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