Mãe tenta entrar em presídio com maconha escondida em chinelo para o filho e acaba presa por tráfico Foto: Reprodução
Na segunda-feira, 10 de março, a Polícia Penal do Distrito Federal (PPDF) flagrou uma mulher tentando entrar no Presídio da Papuda com maconha escondida no chinelo. O flagrante aconteceu durante o procedimento de revista. Além de achar a droga no calçado, os agentes acharam fumo e outros entorpecentes em pacotes de bolacha.
A visitante confessou que tentou levar a droga e o fumo para dentro do presídio a pedido do filho que está preso. A polícia encaminhou a mulher para 30° Delegacia de Polícia, onde foi autuada por tráfico de drogas.
Segundo a estimativa da Secretaria de Administração Penitenciária do Distrito Federal, a maconha apreendida seria negociada dentro da unidade penitencial por R$ 100 a grama. Além disso, fumo seria negociado a R$ 80.
Na semana anterior, o irmão do mesmo detento também foi flagrado tentando entrar com 28 gramas de fumo que também estavam escondidas no chinelo.
Uma jovem, de 24 anos, tentou entrar com aproximadamente 400 gramas de fumo escondidos em pacotes de bolacha. Em outra ocasião, os cães farejadores localizaram dois pacotes de drogas dentro de um banheiro para visitantes. Os pacotes continham oito gramas de uma substância semelhante à maconha e 15 gramas similares à cocaína.
Uma operação da Polícia Federal revelou um esquema criminoso envolvendo presos e agentes penitenciários no Presídio de Igarassu, em Pernambuco.
O caso, exibido no último domingo, 2 de março, pelo Fantástico, mostrou como o grupo operava um laboratório de produção de drogas dentro da unidade prisional. Os criminosos conseguiam manter a fabricação de crack ao subornar agentes penais.
Imagens obtidas pelo Fantástico mostram que os criminosos armazenavam a droga em embalagens de quentinhas e a produziam em um espaço destinado à ressocialização. O local acabou sendo usado para atividades ilícitas.
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Moraes havia solicitado que os dois casos fossem levados conjuntamente ao plenário, sob o argumento de que a análise separada poderia gerar decisões contraditórias e tumulto processual.
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