O levantamento foi realizado entre os dias 2 e 4 de junho de 2025, com 1.001 entrevistas presenciais em todo o Brasil e possui margem de erro de 3,1 pontos percentuais. O nível de confiança é de 95%.
Bolsonaro e Lula durante debate Reprodução
Pesquisa divulgada na quarta-feira, 11 de junho, pela Futura Inteligência aponta que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) seria derrotado por Jair Bolsonaro (PL) e aparece em empate técnico com Michelle Bolsonaro, Tarcísio de Freitas, Ronaldo Caiado e Ratinho Júnior em simulações de segundo turno.
Na disputa contra Bolsonaro, atualmente inelegível, Lula tem 39,9% das intenções de voto, enquanto o ex-presidente soma 48,4%. A diferença está fora da margem de erro da pesquisa, que é de 3,1 pontos percentuais.
Em um eventual segundo turno com Michelle Bolsonaro, Lula registra 40,9%, contra 46,2% da ex-primeira-dama. A diferença está dentro da margem de erro, configurando empate técnico.
Nos demais cenários de segundo turno, o resultado também aponta equilíbrio:
Em comparação com a pesquisa realizada em março, Lula teve uma melhora numérica diante da maioria dos adversários. No levantamento anterior, aparecia atrás de Tarcísio, Caiado e Ratinho Júnior.
A pesquisa também testou o nome do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) como alternativa a Lula, mas ele teve desempenho inferior em todos os cenários simulados, sendo superado por Bolsonaro, Michelle Bolsonaro e Tarcísio de Freitas.
O levantamento foi realizado entre os dias 2 e 4 de junho de 2025, com 1.001 entrevistas presenciais em todo o Brasil. A margem de erro é de 3,1 pontos percentuais e o nível de confiança é de 95%.
O apoio do eleitorado de baixa renda ao presidente Lula tem diminuído de forma constante nos últimos meses.
A pesquisa Genial/Quaest, divulgada pelo jornal O Globo, aponta que esse segmento do eleitorado, historicamente alinhado ao petista, passou a demonstrar maior inclinação por nomes da direita nas simulações de segundo turno para as eleições presidenciais de 2026.
Entre março e maio, sete dos oito nomes da oposição testados cresceram entre os eleitores que recebem até dois salários mínimos.
A única exceção foi o ex-ministro Ciro Gomes, que não apresentou avanço. O presidente Lula, por outro lado, perdeu terreno nessa faixa, tradicionalmente considerada um dos pilares mais sólidos de seu capital eleitoral.
A queda na popularidade de Lula coincide com o aumento da rejeição ao seu governo, que alcançou o índice mais alto desde o início do terceiro mandato.
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