Presidente Lula. Foto: Ricardo Stuckert
O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, disse nesta sexta-feira, 6 de dezembro, que o acordo comercial anunciado mais cedo entre Mercosul e União Europeia é bastante diferente do de 2019 e preserva interesses dos países latino-americanos. Ele não mencionou o nome do ex-presidente, mas a versão anterior do acerto foi anunciada no governo de Jair Bolsonaro. Ele deu as declarações em discurso na Cúpula do Mercosul, que é realizada nesta sexta-feira em Montevidéu, no Uruguai.
"O acordo que finalizamos hoje é bem diferente daquele anunciado em 2019. As condições que herdamos eram inaceitáveis. Foi preciso incorporar ao acordo temas de relevância para o Mercosul Conseguimos preservar nossos interesses em compras governamentais, o que nos permitirá implementar políticas públicas em áreas como saúde, agricultura familiar, ciência e tecnologia. Alongamos o calendário de abertura do nosso mercado automotivo, resguardando a capacidade de fomento do setor industrial", disse o presidente do Brasil.
E declarou:
"Estamos assegurando novos mercados para nossas exportações e fortalecendo os fluxos de investimentos. Após dois anos de intensas tratativas, temos hoje um texto moderno e equilibrado que reconhece as credenciais ambientais do Mercosul e reforça nosso compromisso com os acordos de Paris. A realidade geopolítica e econômica global nos mostra que a integração fortalece nossas sociedades, moderniza nossas estruturas produtivas e promove nossa inserção mais competitiva no mundo."
O presidente brasileiro disse que a reunião realizada nesta sexta-feira tem significado especial porque os países envolvidos no acordo comercial "países investiram enorme capital político e diplomático por quase três décadas" para fechá-lo.
Lula também afirmou que o Brasil irá propor um programa para agricultura de baixo carbono no Mercosul.
Estadão Conteúdo
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