Lívia Andrade obtém medida protetiva após relatar perseguição e ameaças do ex Foto: Reprodução
O término do relacionamento entre a apresentadora Lívia Andrade e o empresário Marcos Araújo, após cerca de cinco anos juntos, teve desdobramentos judiciais que vieram a público meses depois da separação. Em outubro do ano passado, a comunicadora registrou um boletim de ocorrência relatando situações que, segundo ela, colocaram sua segurança em risco e culminaram no pedido de uma medida protetiva.
De acordo com informações divulgadas pelo portal LeoDias, Lívia Andrade afirmou às autoridades que passou a enfrentar episódios de perseguição, ameaças e intimidações atribuídas ao ex-companheiro. No registro policial, a apresentadora relatou que o comportamento de Marcos Araújo teria se transformado de maneira significativa após o fim do relacionamento.
Além das alegações de perseguição, o boletim de ocorrência inclui o relato de uma tentativa de abuso sexual que teria ocorrido após a separação. Segundo Lívia, o episódio contribuiu diretamente para o sentimento de medo constante e a decisão de buscar amparo judicial por meio de uma medida protetiva de urgência.
Diante da gravidade dos relatos apresentados, Lívia Andrade acionou a Justiça solicitando uma medida protetiva. O pedido foi analisado e deferido no fim do ano passado, garantindo proteção judicial imediata à apresentadora. A decisão levou em consideração o conjunto de fatos narrados no boletim de ocorrência e o temor manifestado pela vítima.
Em depoimento, Lívia esclareceu que, durante o período em que o relacionamento esteve ativo, não houve registros de violência. Após a separação, no entanto, o ex-casal optou por permanecer temporariamente na mesma residência, ocupando quartos separados, até a resolução de questões patrimoniais. Segundo a apresentadora, inicialmente a convivência era considerada tranquila.
Esse cenário, contudo, começou a se deteriorar cerca de um mês depois. A apresentadora passou a relatar sensação contínua de intimidação dentro da própria casa. Entre os episódios descritos está a presença frequente de seguranças armados em áreas internas da residência, inclusive em espaços privados, uma prática que, segundo ela, não existia antes da separação. Questionado, Marcos Araújo não teria apresentado justificativas claras para a mudança de comportamento.
Outro ponto destacado no boletim envolve a suspeita de que a rotina da apresentadora estivesse sendo monitorada com a participação de seu motorista. Em um restaurante no Rio de Janeiro, o profissional teria permanecido no local após o expediente, observando seus movimentos. Situação semelhante teria ocorrido em um aeroporto, quando o motorista entrou na área de embarque e a observou à distância.
A convicção de que informações estariam sendo repassadas ao ex-companheiro, segundo Lívia, se consolidou quando Marcos demonstrou conhecimento detalhado de sua agenda e deslocamentos.
O episódio mais grave, relatado como ocorrido em setembro de 2025, envolve a entrada do empresário no quarto da apresentadora durante a madrugada, com tentativa de iniciar relação sexual sem consentimento. Após esse fato, Lívia afirmou que deixou de se sentir segura em sua própria residência, reforçando a necessidade da medida protetiva concedida pela Justiça.
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