Canetas emagrecedoras apreendidas. (Foto: Divulgação/ PCRJ)
Um homem de 41 anos foi preso em flagrante na sexta-feira, 16 de outubro, no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro, suspeito de enviar canetas emagrecedoras sem autorização ou controle dos órgãos competentes. Os medicamentos foram avaliados inicialmente em R$ 2 milhões, segundo a Polícia Civil.
Renan Reis de Carvalho foi detido na saída de uma agência dos Correios e autuado por crime contra a saúde pública. A investigação começou após informações levantadas com o apoio do setor de inteligência da empresa postal indicarem que o suspeito enviava repetidamente substâncias emagrecedoras a partir de agências localizadas na Barra da Tijuca e no Recreio dos Bandeirantes.
De acordo com o delegado Neilson Nogueira, da 16ª Delegacia de Polícia, na Barra da Tijuca, as encomendas eram destinadas a diferentes cidades brasileiras.
“Com apoio do setor de inteligência dos Correios, os policiais obtiveram a informação de que esse indivíduo vinha despachando reiteradamente substâncias emagrecedoras nas agências localizadas na Barra da Tijuca e no Recreio”, afirmou o delegado.
A Polícia Civil não informou o que o suspeito alegou em sua defesa.
Após a prisão, os investigadores localizaram uma sala comercial no Recreio dos Bandeirantes que, segundo a polícia, era utilizada para armazenar e distribuir os produtos.
No local, os agentes encontraram uma grande quantidade de medicamentos cuja procedência ainda é desconhecida. O delegado descreveu o espaço como “uma verdadeira central de distribuição desse tipo de substância”.
Além das canetas emagrecedoras, foram apreendidos materiais utilizados na preparação das encomendas, incluindo embalagens, etiquetas e equipamentos para montar as caixas que seriam enviadas pelos Correios.
Todo o material recolhido será submetido à análise pericial. O objetivo é identificar cientificamente as substâncias presentes nos recipientes e esclarecer a composição dos produtos apreendidos.
“Todo esse material foi apreendido e será examinado por um perito para identificar cientificamente o que tem nesses recipientes”, destacou Neilson Nogueira.
A identificação dos medicamentos será uma etapa importante para o avanço das investigações, já que a origem e a composição das substâncias ainda não foram confirmadas pela perícia.
A Polícia Civil também investiga a possível participação de outros integrantes do grupo, além dos fornecedores e destinatários dos medicamentos. A apuração busca esclarecer como os produtos eram obtidos, preparados para envio e distribuídos para diferentes regiões do país.
A avaliação inicial de R$ 2 milhões corresponde ao valor atribuído aos medicamentos apreendidos, segundo as informações divulgadas pela polícia. A composição dos produtos e sua procedência, entretanto, ainda dependem da análise pericial.
Após os procedimentos policiais, Renan Reis de Carvalho será encaminhado ao sistema penitenciário, onde ficará à disposição da Justiça.
O caso segue sob investigação da Polícia Civil do Rio de Janeiro.
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Os prazos são válidos para trabalhadores contratados pelo regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).
Os primeiros depósitos serão destinados aos aposentados, pensionistas e beneficiários de auxílios que recebem até um salário mínimo.
A iniciativa poderá facilitar transferências internacionais e pagamentos de compras entre o Brasil e os países da área do euro.
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