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HADDAD assume que não compraria dólar: ''QUALQUER COISA ACIMA DE 5,70 É CARO!''

O ministro afirma não saber em qual patamar o dinheiro americano vai estacionar.

17 de janeiro de 2025 às 17:12   - Atualizado em 18 de janeiro de 2025 às 12:08

Ministro da fazenda Fernando Haddad

Ministro da fazenda Fernando Haddad Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse nesta sexta-feira, 17 de janeiro, não saber em qual o patamar o dólar frente ao real vai estacionar em virtude de uma série de variáveis, inclusive externas.    

Afirmou, no entanto, que, pessoalmente, não compraria dólar com precificação acima de R$ 5,70 tendo em conta os fundamentos da economia brasileira.

"Se eu dissesse que hoje eu compraria dólar a R$ 6, não, eu não compraria acima de R$ 5,70. Na minha opinião, qualquer coisa acima de R$ 5,70 é caro para os fundamentos da economia brasileira, hoje eu não compraria", afirmou Haddad, em entrevista à CNN Brasil, ponderando que não faria recomendação de compra e venda por não ter o papel de consultor. 

E comentou: "Eu acompanho no dia a dia, as moedas no mundo, olhar para o fundamentos e arriscar palpite, mas não sei onde ele vai estacionar, em virtude de série de variáveis, parte das quais depende do doméstico e parte das quais não depende."

Ele lembrou que, na quinta-feira 16 de janeiro o dólar chegou a bater abaixo de R$ 6, mas voltou a dizer que não arriscaria apontar para o nível que ficará a precificação. 

"Ontem ele deu uma lambida, bateu em R$ 5,99. Eu não sei porque o câmbio não é fixo, e o patamar que se estabiliza depende de variáveis que não controlamos, como juros externos e condições geopolíticas", respondeu. 

Haddad comentou ainda que, depois de assumir como ministro da Fazenda em 2023, não esperava que a moeda norte-americana recuasse a faixa de R$ 4,70. "Eu não arriscaria dizer que ele chegaria tão baixo quanto ele chegou naquela ocasião", disse.

Estadão Conteúdo

Alta no dolar

Em um dia de alivio no mercado internacional e doméstico, o dólar aproximou-se de R$ 6 e atingiu o menor valor em mais de um mês. A bolsa de valores subiu quase 3% e registrou a maior alta diária desde maio de 2023.

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O dólar comercial encerrou a quarta-feira, 15 de janeiro, vendido a R$ 6,024, com recuo de R$ 0,022 (-0,36%). A cotação abriu próxima da estabilidade, mas passou a despencar após os dados de inflação ao consumidor nos Estados Unidos serem bem recebidos pelo mercado.

A moeda norte-americana está no menor nível desde 12 de dezembro. Em 2025, a divisa acumula queda de 2,49%.

O mercado de ações teve um dia mais otimista. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 122.650 pontos, com alta de 2,81%. O indicador atingiu o maior nível desde 17 de dezembro, impulsionado principalmente por ações de bancos.

No cenário doméstico, a divulgação de que o Tesouro Nacional, a Previdência Social e o Banco Central registraram déficit primário menor que o previsto em novembro foi bem recebida. No mês retrasado, o Governo Central registrou déficit de R$ 4,515 bilhões, queda de 88,7% em relação a novembro de 2023 e o melhor resultado mensal para novembro em três anos.

 

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