Fernando Haddad com máscara de Lula. Foto: Ricardo Stuckert
O governo federal sob o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registrou 50.770 cargos comissionados na administração federal em novembro de 2025, atingindo o maior número da série histórica. Desde o início da atual gestão, em janeiro de 2023, foram criados cerca de 4,4 mil novos cargos de direção, chefia e assessoramento.
O Ministério da Gestão e da Inovação informou que grande parte do aumento se deve à reorganização administrativa, com redistribuição e transformação de cargos já existentes, especialmente após a ampliação do número de ministérios, que passou de 23 para 38/39. Segundo a versão oficial, essas mudanças não geraram novas despesas diretas, apesar do crescimento do número de cargos.
Apesar da justificativa de que os novos cargos não aumentaram diretamente o orçamento, os gastos totais com pessoal no funcionalismo federal subiram de aproximadamente R$ 369,2 bilhões em 2022 para cerca de R$ 444,7 bilhões em 2025, e há projeção de R$ 489,5 bilhões em 2026. Esse aumento é impulsionado por reajustes salariais, novos concursos e outras contratações, refletindo o crescimento contínuo da folha de pagamento do funcionalismo.
Os cargos comissionados são posições de confiança política ou técnica, que não exigem concurso público, embora muitos sejam ocupados por servidores concursados. O debate sobre se esse aumento representa a “maior expansão da máquina pública” envolve diferentes interpretações políticas e análises sobre eficiência e custos da administração federal.
Especialistas e veículos de imprensa apontam que, historicamente, governos anteriores tiveram crescimento menor no número de cargos, tornando o atual patamar recorde na série histórica.
É verdadeiro que o governo Lula aumentou em cerca de 4,4 mil cargos comissionados desde 2023, chegando a 50.770 cargos em 2025, o maior nível histórico registrado.
Também é verdadeiro que os gastos com pessoal têm crescido significativamente, com projeção ainda maior para 2026.
A expansão, embora justificada oficialmente como reorganização administrativa, continua sendo tema de debate sobre impacto fiscal e eficiência da máquina pública.
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