Após bater recorde de movimentação de na aviação civil, o setor avança na fabricação e comercialização de aeronaves.
25 de julho de 2025 às 09:07 - Atualizado às 09:31
Lula, Silvio Costa Filho e Geraldo Alckmin. Foto: Divulgação
A população brasileira nunca utilizou tanto o modal aéreo como em 2025. No primeiro semestre deste ano, 61,8 milhões de passageiros viajaram em voos domésticos e internacionais por meio da aviação comercial. A movimentação nos aeroportos pelo país cresceu 10% este ano na comparação com o mesmo período do último ano, quando 56,2 milhões de viajantes utilizaram a infraestrutura aeroportuária.
De janeiro a junho deste ano, o mercado internacional foi responsável por transportar 13,8 milhões de turistas, alta de 15,3% frente aos dados apurados em 2024. Em voos nacionais, o indicador cresceu 8,6% — com movimentação superior a 40 milhões de pessoas.
Após bater recorde de movimentação de passageiros, o setor da aviação brasileira avança na fabricação e comercialização de aeronaves. Entre abril e junho deste ano, a Embraer - fabricante brasileira de aeronaves - entregou 61 novas aeronaves.
A carta de pedidos atual da companhia brasileira soma um faturamento próximo de US$ 30 bilhões (mais de R$ 165 bilhões), maior crescimento da história.
"O crescimento dos pedidos de aeronaves da Embraer tem um impacto muito positivo para toda cadeia produtiva e a economia brasileira, gerando mais empregos e renda para o setor. Esse aumento na procura por aviões comerciais, executivos e de defesa também reflete a confiança dos investidores com a companhia e fortalece a imagem do Brasil como um centro de excelência em tecnologia aeroespacial", avaliou o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho; ao anunciar os dados que são frutos de uma ação integrada entre o Ministério de Portos e Aeroportos e a Embraer.
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Entre abril e junho, a Embraer vendeu 19 aviões comerciais, 38 jatos executivos e quatro aeronaves militares, um crescimento de 30% em relação ao mesmo período do ano passado quando foram encomendadas 47 aeronaves.
"Esse é o governo do presidente Lula. Trabalhando para oferecer melhor saúde, educação, segurança e infraestrutura para população, mas também buscando ações para o fortalecimento das nossas companhias", complementou Costa Filho.
O governo brasileiro tem buscado ampliar as encomendas da Embraer através de acordos internacionais. Recentemente foi fechado um acordo com o Japão para a compra de 20 jatos E-190, além de outras parcerias em combustível sustentável e aeronaves elétricas. O Governo Federal também tem focado em fortalecer a indústria nacional e incentivar as exportações, como no caso do programa Nova Indústria Brasil.
O Ministério de Portos e Aeroportos se posicionou sobre os números do programa Voa Brasil após repercussão dos dados apresentados pela imprensa.
Em nota enviada ao site Portal de Prefeitura o Ministério comentou sobre o objetivo principal do programa.
Veja nota na íntegra
O Ministério de Portos e Aeroportos reforça que o objetivo principal do Programa Voa Brasil é a inclusão social na aviação brasileira, não o aumento total do número de passageiros voando. Até porque, estamos batendo recordes como o melhor momento da aviação do país.
O objetivo do Voa Brasil é incluir na aviação brasileira aposentados e pensionistas do INSS, que não viajaram nos últimos anos; fazendo com que eles viagem pelo Brasil.
Vale ressaltar que, em um ano de programa, já foram mais de 50 mil beneficiários que não viajavam e começaram a viajar, visitando familiares, fazendo turismo. Isso significa inclusão, ou seja, milhares de brasileiros foram inseridos na aviação brasileira.
Destacamos ainda que não há nenhum custo para o erário público. O Voa Brasil é resultado de articulação entre as companhias aéreas e o poder público, trabalhando para aqueles que mais precisam.
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