A economista disse que seu suporte ao emedebista está alinhado com as pautas fundamentais do partido Novo, destacando o foco na transparência e na responsabilidade fiscal.
Vereadora Cris Monteiro, Ricardo Nunes e Marina Helena. Foto: Reprodução/Redes Sociais
Marina Helana (Novo) declarou apoio a Ricardo Nunes (MDB) durante a tarde desta, segunda-feira, 7 e anunciou apoio ao emedebista no segundo turno. A candidata que participou da corrida pelo primeiro turno das eleições municipais em São Paulo esteve com o atual prefeito e vereadora eleita pelo Novo, Cris Monteiro, em um encontro realizado no Edifício Joelma, localizado no centro da cidade.
A economista disse que seu apoio ao emedebista está alinhado com as pautas fundamentais do partido Novo, destacando o foco na transparência e na responsabilidade fiscal.
"São Paulo não pode cair nas mãos de Guilherme Boulos (PSOL). Por isso meu total apoio ao Prefeito Ricardo Nunes no segundo turno. Como mãe e lactante, pedi um compromisso especial com as nossas crianças" disse Marina.
Marina deixou a disputa pela Prefeitura com 84.212 votos, o equivalente a 1,38% no pleito. Nunes irá concorrer com Guilherme Boulos no segundo turno, marcado para o dia 27 de outubro.
Ela disse ainda que com apoio em Nunes, espera conseguir, ao lado da vereadora Cris Monteiro, reforçar seu posicionamento e intenção de colaborar com pautas na educação municipal. Durante o primeiro turno das eleições, a economista trouxe como proposta para a educação a ideia de entregar a gestão das escolas públicas para redes de ensino privadas.
O prefeito de São Paulo e candidato à reeleição, Ricardo Nunes (MDB), disse que o ex-coach e adversário político Pablo Marçal (PRTB), terceiro colocado nas eleições de domingo, 6 de outubro, que não o quer em seu palanque, mesmo em caso do influencer lhe oferecer apoio.
“Se eu for procurado, vou dizer a ele que espero que tenha aprendido com os erros e que possa fazer uma reflexão sobre tudo o que cometeu de errado”, disse Nunes, na tarde da segunda-feira (7), em um evento para mulheres na sede de seu comitê de campanha.
No domingo (6), pouco após o resultado ser apurado na Justiça Eleitoral e estar confirmado no segundo turno, Nunes disse em uma coletiva que buscaria diálogo com o Marçal, ao concordar com a fala de uma jornalista que “apoio não se recusa”, uma expressão utilizada no meio político.
No entanto, no dia seguinte, depois de um almoço com equipe da campanha, incluindo o governador de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos), Nunes mudou o tom da conversa sobre ter o adversário em seu palanque.
“Não quero conversar com ele. Eu preciso dos eleitores de Pablo Marçal, que entendam que nós temos uma batalha contra a extrema-esquerda. É um eleitorado de direita. Meu campo representa a centro-direita”, disse.
No cenário atual do 2º turno, o atual prefeito vai usar estratégia de enaltecer que o seu adversário, Guilherme Boulos (PSOL) é "extrema esquerda", enquanto fica na posição de "conservador moderado", afim de repetir a mesma tática que derrotou Boulos nas eleições passadas, vencidas por Bruno Covas, falecido em 2021, de quem Nunes era vice.
Estadão Conteúdo
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