Calça com banana. Foto: Reprodução
O câncer de pênis, considerado um tipo de tumor raro, levou a 22,2 mil internações em dez anos e uma média de 585 amputações do órgão por ano, segundo um levantamento exclusivo da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) com base em dados do Ministério da Saúde.
A princípio, a doença representa um desafio em saúde pública, pois continua impactando a vida de homens e causando mortes, mesmo sendo possível preveni-la com ações simples, como higienização adequada do órgão genital, cirurgia de fimose e vacinação contra o HPV.
O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece gratuitamente a vacina contra o HPV para meninos de 9 a 14 anos e outros grupos prioritários.
“Apesar de ser um dos poucos tipos de câncer que podem ser prevenidos, o Brasil ainda apresenta preocupantes índices relativos ao câncer de pênis, especialmente nas regiões Norte e Nordeste. Nosso maior objetivo com essa campanha é informar os homens que é possível prevenir e, caso ele surja, que seja diagnosticado e tratado de forma precoce, evitando a amputação do órgão”, afirmou Luiz Otavio Torres, presidente da SBU, em nota.
A observação de alterações na região, como mudanças na cor e na textura da pele, aparecimento de nódulos na virilha, feridas com sangramento e secreção com odor desagradável, permite identificar os sinais da doença.
A detecção precoce é fundamental para evitar complicações graves, como a amputação.
Em síntese, o câncer de pênis costuma afetar principalmente homens com mais de 50 anos, mas jovens igualmente podem desenvolver a doença. Entre os principais fatores de risco estão:
“Esses dados reforçam a necessidade de orientação médica e de políticas públicas que facilitem o diagnóstico e o tratamento precoce dessas condições. Essas medidas não apenas contribuem para a qualidade de vida dos pacientes, mas também evitam a necessidade de amputação do pênis e reduzem o risco de morte pela doença”, destacou Roni de Carvalho Fernandes, diretor da Escola Superior de Urologia da SBU.
Para evitar a doença, especialistas recomendam:
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A rejeição do petista oscilou de 53% para 55% em relação ao levantamento da semana passada, dentro da margem de erro de dois pontos porcentuais. Já o senador manteve os 55% registrados.
Em outra pergunta, sobre a avaliação do governo, 38% dos entrevistados classificam a gestão negativamente, enquanto 32% a avaliam positivamente.
Em 26 de julho, Lula tinha 45%, ante 37% de Flávio. No levantamento que antecedeu o empate numérico da semana passada o presidente aparecia com 42%, contra 41% do senador.
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