Segundo a categoria, a instabilidade no mercado internacional do petróleo, agravada por conflitos no exterior, tem impactado diretamente o valor do frete, tornando a atividade inviável para muitos profissionais.
Protesto de Caminhoneiros. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Representantes dos caminhoneiros decidiram, nesta quinta-feira, 19 de março, suspender, ao menos por enquanto, o avanço das negociações para uma possível greve nacional que poderia ter início nesta sexta-feira (20).
A decisão foi tomada após reunião realizada em Santos (SP), com a participação de motoristas autônomos e da Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores (Abrava).
O principal motivo de insatisfação da categoria segue sendo o aumento acumulado no preço do óleo diesel, que já registra alta de quase 19% desde o fim de fevereiro.
Segundo os transportadores, a instabilidade no mercado internacional do petróleo, agravada por conflitos no exterior, tem impactado diretamente o valor do frete, tornando a atividade inviável para muitos profissionais.
Apesar da decisão de não avançar imediatamente com a paralisação, as lideranças informaram que a mobilização não está descartada. A categoria deve aguardar um prazo de sete dias para cobrar medidas mais efetivas do governo federal e avalia a possibilidade de levar as demandas diretamente a Brasília (DF) nos próximos dias.
Em meio à pressão, o governo federal anunciou ações com o objetivo de evitar uma nova paralisação nacional, como a registrada em 2018.
Entre as medidas estão o reforço na fiscalização de postos de combustíveis e distribuidoras, para coibir aumentos considerados abusivos, além da isenção de tributos federais, como PIS/Cofins. Também foram iniciadas negociações com governos estaduais para a possível redução do ICMS sobre os combustíveis.
A Petrobras informou, no dia 12 de março, que o Conselho de Administração da companhia aprovou a adesão à subvenção econômica à comercialização de óleo diesel. Isso significa que a Petrobras pode se voluntariar a receber o desconto de R$ 0,32 por litro do combustível, que será pago pelo governo federal.
A subvenção econômica está expressa na Medida Provisória 1.340, publicada pelo governo Lula também na quinta-feira. A iniciativa permite que o governo conceda essa ajuda aos produtores e importadores de diesel.
A iniciativa é um enfrentamento à alta do preço do petróleo no mercado internacional, causada pela guerra no Irã. A contrapartida da adesão é repassar o desconto, ou seja, fazer com que o preço ao consumidor também seja reduzido, chegando às bombas.
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