Trabalhadores consultam aplicativo para verificar direito ao abono salarial do PIS/Pasep 2026. Foto: Freepik
O governo federal aprovou o calendário de pagamento do PIS/Pasep 2026 e definiu as datas em que milhões de trabalhadores poderão receber o abono salarial referente ao ano-base de trabalho de 2024. As datas seguem o critério de mês de nascimento dos trabalhadores e começam no dia 15 de fevereiro de 2026, segundo o cronograma que será votado pelo Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat).
Esse benefício, chamado de abono salarial, funciona como um valor extra anual para quem trabalhou com carteira assinada ou como servidor público e cumpre os requisitos. O pagamento segue a tradição de cada ano, mas traz mudanças nos critérios de elegibilidade e nos valores este ano.
O novo calendário define que os pagamentos vão de 15 de fevereiro até 15 de agosto de 2026, com os depósitos organizados pelo mês de nascimento do trabalhador. Nascidos em janeiro começam pelo primeiro lote em 15 de fevereiro, e os últimos da sequência recebem em 15 de agosto. Cada data segue esse ritmo ao longo dos meses intermediários.
A organização dos pagamentos segue uma lógica tradicional, que facilita a previsão para os beneficiários. Trabalhadores que nasceram em janeiro recebem em fevereiro, os de fevereiro recebem em março, e os demais seguem essa sequência por mês até agosto, quando fecham os cronogramas.
Uma das maiores mudanças no PIS/Pasep em 2026 está nos critérios para ter direito ao pagamento. Antes, o trabalhador precisava ter ganhado, em média, até dois salários mínimos por mês no ano-base para receber o abono. Agora, esse limite foi ajustado e passa a ser atualizado pela inflação e reduzido, o que diminui o número de pessoas elegíveis ao benefício no futuro.
No novo critério, o trabalhador ou servidor público precisa ter ganho até R$ 2.765,92 por mês em 2024 para ser considerado no pagamento do abono em 2026. Além disso, ele precisa ter trabalhado com carteira assinada por pelo menos 30 dias durante o ano-base e estar inscrito no programa do PIS/Pasep há pelo menos cinco anos. Os dados também têm de ter sido enviados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS).
As instituições que fazem o pagamento permanecem as mesmas: a Caixa Econômica Federal para trabalhadores da iniciativa privada (PIS) e o Banco do Brasil para servidores públicos (Pasep). O crédito é automático para quem tem conta nas instituições ou pode ser feito por meio de canais oficiais, como agências, lotéricas e autoatendimento, caso o trabalhador não tenha conta.
Para saber se vai receber o benefício, o trabalhador pode consultar o aplicativo Carteira de Trabalho Digital ou o Portal Gov.br. A consulta abre alguns dias antes do início dos pagamentos, geralmente a partir do começo de fevereiro de 2026, e permite verificar o status do direito ao PIS/Pasep e o valor que será recebido.
O valor do abono salarial depende da quantidade de meses trabalhados no ano-base. Quanto mais tempo formal de trabalho em 2024, maior será o valor recebido, respeitando o teto estabelecido pelo programa.
O abono salarial ocupa lugar importante no orçamento de muitos brasileiros. Ele injeta renda extra e ajuda famílias a enfrentar despesas ao longo do ano, principalmente no início de 2026, quando os pagamentos começam.
O governo destaca que as alterações nas regras buscam ajustar o programa à realidade econômica atual, corrigindo o limite de renda pela inflação e concentrando o benefício em quem recebe menos.
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