Lula ao lado do presidente da China, Xi Jinping. Foto: Ricardo Stuckert/PR
O governo brasileiro oficializou a isenção de visto para cidadãos chineses que desejem visitar o país por períodos curtos, incluindo turismo, viagens de negócios e visitas familiares. A iniciativa, anunciada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em diálogo com o presidente Xi Jinping, é uma resposta à decisão chinesa de facilitar a entrada de brasileiros no território asiático.
Segundo autoridades, a medida representa um gesto de reciprocidade, reforçando a aproximação política e econômica entre as duas nações. Especialistas ressaltam que o intercâmbio de turistas e profissionais deve ganhar novo fôlego com a simplificação de procedimentos migratórios.
Com a isenção, espera-se um aumento significativo no fluxo de visitantes provenientes da China, um dos maiores emissores de turistas do mundo. O setor hoteleiro, o comércio varejista, o transporte aéreo e outros segmentos ligados ao turismo são apontados como beneficiados pela mudança, que deve gerar movimentação financeira adicional e ampliar a presença internacional do país.
Além do impacto econômico, a iniciativa pode fortalecer a imagem do Brasil no exterior, consolidando-o como destino receptivo e estratégico para turistas de grande potencial de consumo. Analistas acreditam que a medida também contribui para o incentivo a negócios, feiras internacionais e intercâmbios culturais.
Desde 2025, brasileiros já têm a possibilidade de entrar na China por até 30 dias sem necessidade de visto para turismo, compromissos comerciais ou visitas.
A decisão do Brasil, portanto, vem como uma forma de equilibrar o tratamento e facilitar a mobilidade entre os dois países.
Nos últimos anos, as relações entre Brasil e China têm se intensificado em múltiplas frentes, incluindo comércio, tecnologia, infraestrutura e acordos estratégicos.
A desburocratização da entrada de cidadãos chineses é vista como um passo prático para estreitar laços sociais e econômicos, aproximando populações e promovendo maior integração.
Além do crescimento no setor turístico, autoridades acreditam que a medida trará vantagens para companhias aéreas e serviços de transporte, que devem registrar aumento na demanda de viagens internacionais.
O intercâmbio acadêmico, cultural e profissional também tende a se expandir, facilitando visitas rápidas e contatos entre empresários e estudantes.
Para os viajantes chineses, a isenção representa facilidade e conveniência, eliminando etapas burocráticas e tornando o Brasil um destino mais acessível. Para o país, trata-se de uma oportunidade de captar visitantes de alto poder aquisitivo, gerar emprego e promover experiências culturais recíprocas.
Especialistas em turismo e relações internacionais avaliam que a medida pode servir de modelo para outros acordos bilaterais, abrindo caminho para a facilitação de vistos em outras regiões.
O fortalecimento de laços diplomáticos e econômicos entre Brasil e China reforça a importância de políticas públicas que promovam o intercâmbio seguro e vantajoso para ambas as nações.
Com o novo regulamento, turistas chineses poderão aproveitar estadias curtas no Brasil de forma simplificada, enquanto brasileiros continuam a ter benefícios equivalentes na China, consolidando uma relação de cooperação mútua.
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