Com histórico de saúde considerado frágil, o ex-presidente tem direito a acompanhamento médico, sessões de fisioterapia e autorização para transferência a uma unidade hospitalar em caso de urgência.
Ex-presidente Jair Bolsonaro. Foto: Reprodução/ Redes Sociais
O vereador Carlos Bolsonaro informou, nesta segunda-feira, 16 de fevereiro, que o ex-presidente Jair Bolsonaro voltou a passar mal na cela onde cumpre pena, no Distrito Federal. Segundo a publicação, Bolsonaro segue sendo monitorado após o episódio, que ainda não foi confirmado por outros familiares.
“Fui informado há pouco que o Presidente @jairbolsonaro passou mal novamente hoje à tarde e segue sendo monitorado após o ocorrido. Infelizmente não tenho mais informações! Sem palavras!”, escreveu Carlos em suas redes sociais.
O ex-presidente está preso desde 15 de janeiro em uma cela individual de 64,83 m², localizada em ala do Complexo da Papuda reservada a policiais, militares e autoridades condenadas.
Com histórico de saúde considerado frágil, Bolsonaro tem direito a acompanhamento médico, sessões de fisioterapia e autorização para transferência a uma unidade hospitalar em caso de urgência.
Apesar da mudança para um espaço maior em relação à cela anterior, na Superintendência da Polícia Federal, a defesa segue pedindo a conversão da pena em prisão domiciliar.
Na última semana, Carlos Bolsonaro afirmou que os advogados do ex-presidente apresentariam um novo pedido à Justiça e alegou “risco de morte” do pai.
Um parecer médico elaborado por peritos da Polícia Federal concluiu que o estado de saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) exige acompanhamento contínuo, mas não impede sua permanência no presídio.
Bolsonaro está detido no 19.º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, a Papudinha, desde o dia 15 de janeiro.
No mesmo dia, Moraes determinou que fosse feita uma nova avaliação por uma junta médica da Polícia Federal sobre a necessidade de prisão domiciliar, fixando um prazo de 10 dias para que o laudo fosse apresentado no processo. Antes, o ex-presidente estava detido na Superintendência da Polícia Federal em Brasília.
A avaliação clínica foi realizada em 20 de janeiro. De acordo com o laudo, Bolsonaro necessita de cuidados como monitoramento rigoroso da pressão arterial, hidratação adequada, alimentação fracionada, realização periódica de exames laboratoriais e de imagem, além do uso contínuo de aparelho CPAP para o tratamento da apneia do sono e do ronco.
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Segundo o levantamento, são mais de 56 mil profissionais, comparados com os 38 mil registrados em 2023 e 42 mil, em 2024.
A data é móvel e varia a cada ano, pois depende do calendário litúrgico cristão, que por sua vez é definido a partir do cálculo da Páscoa.
A pesquisa foi feita no formato de coleta domiciliar, realizada por meio de entrevistas face a face por meio de questionários estruturados.
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