Botijões com identificação do Gás do Povo, programa do Governo Federal. Foto: Ricardo Botelho/MME
O governo federal segue oferecendo diversos programas de apoio a famílias e pessoas em vulnerabilidade social com foco em renda, alimentação e dignidade. Entre os benefícios disponíveis neste ano estão Programa Bolsa Família, Auxílio Gás e Benefício de Prestação Continuada (BPC), entre outros. Cada um tem critérios próprios de elegibilidade e exige inscrição no Cadastro Único (CadÚnico) como porta de entrada.
O Bolsa Família destinase a famílias com renda por pessoa baixa. Para entrar, a renda mensal por integrante da família deve ser igual ou inferior a R$218. O benefício básico, chamado “Renda de Cidadania”, oferece R$142 por membro da família. Famílias cuja soma de benefícios não alcance R$600 podem receber um complemento, chamado “Benefício Complementar”. No caso de famílias com crianças de 0 a 6 anos, há o “Benefício Primeira Infância”, de R$150 por criança. Para famílias com gestantes, adolescentes ou jovens de até 18anos, existe o “Benefício Variável Familiar”, no valor de R$50 por pessoa nessa condição. Esses valores podem variar conforme composição familiar e regras vigentes. O pagamento depende da inscrição e da avaliação do perfil da família, feita por sistemas do governo.
O Gás do Povo atende famílias inscritas no CadÚnico que vivem com renda por pessoa igual ou menor a meio salário-mínimo. O programa oferece a recarga gratuita do botijão de 13 kg em pontos credenciados, sem repasse de dinheiro ao beneficiário. As famílias retiram o botijão diretamente nas revendas habilitadas, mediante apresentação do CPF e da autorização emitida pelo sistema. A quantidade disponível por ano varia de acordo com o número de moradores do domicílio, podendo chegar a até seis recargas anuais. As famílias que já recebem o Bolsa Família mantêm prioridade no atendimento, e o benefício pode ser acumulado com outros auxílios sociais sem interferir no cálculo da renda familiar dentro do CadÚnico.
O BPC oferece apoio a idosos com 65 anos ou mais e a pessoas com deficiência cuja família tenha renda per capita muito baixa. Para solicitar, é obrigatório estar inscrito no CadÚnico. Para quem já está no CadÚnico, o pedido passa pela análise de renda e da condição de vulnerabilidade.
O CadÚnico funciona como a porta de acesso aos benefícios. Nele, o governo reúne dados sobre renda, composição familiar, escolaridade, habitação e outros dados sociais para identificar quem tem direito aos auxílios.
Para se cadastrar, a família deve procurar o Centro de Referência da Assistência Social (CRAS) ou posto municipal responsável. Se a família já tiver cadastro, é importante manter as informações atualizadas: endereço, renda, composição, entre outros, pois revisões periódicas podem exigir ajustes.
O pagamento dos benefícios costuma ser feito via conta bancária, poupança social digital ou por correspondentes bancários, dependendo da situação da família. O novo sistema do CadÚnico implementado em 2025 busca tornar o processo de análise mais ágil e seguro, com cruzamento de dados e digitalização.
O governo enfatiza a necessidade de cadastro e atualização cadastral para garantir a permanência no programa. Famílias que não regularizam dados dentro dos prazos podem ter o benefício bloqueado ou cancelado.
Os auxílios do governo federal ajudam a garantir uma base mínima de renda e acesso a itens essenciais como alimentação, gás de cozinha e assistência para idosos e pessoas com deficiência. Por meio do CadÚnico, o Estado identifica quem realmente precisa e oferece o apoio.
3
08:14, 13 Fev
25
°c
Fonte: OpenWeather
Sorteio de 12/02 não teve ganhador dos sete números e distribuiu prêmios para milhares de apostas nas demais faixas.
Sorteio de quinta-feira em São Paulo não tem ganhadores em sete e seis acertos e mantém valor acumulado.
Sorteio realizado em São Paulo não teve ganhador na faixa principal e distribuiu valores para 5 e 4 acertos.
mais notícias
+