Bolsonaro e almirante Almir Garnier, ex-comandante da Marinha. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O ex-comandante da Marinha do Brasil, Almir Garnier, foi preso nesta terça-feira, 25 de novembro, após ser condenado a 24 anos de prisão, em regime inicial fechado, no processo que apura a trama golpista. Ele cumprirá pena na Estação Rádio da Marinha, em Brasília.
Segundo a Procuradoria-Geral da República (PGR), Garnier foi o único entre os três comandantes das Forças Armadas a participar diretamente do plano golpista.
No julgamento, ele foi condenado por cinco crimes:
De acordo com a acusação, Garnier colocou tropas da Marinha à disposição do então presidente Jair Bolsonaro durante a articulação golpista. O militar nega.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou o início do cumprimento das penas dos oficiais-generais condenados por tentativa de golpe de Estado no mesmo processo do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Os ex-generais Augusto Heleno e Paulo Sérgio Nogueira e o ex-almirante Almir Garnier ficarão presos em instalação militar.
A informação da ordem de detenção para início da pena foi confirmada por integrantes do Exército e da Polícia Federal.
Os generais ficarão detidos no Comando Militar do Planalto. A ordem de prisão foi executada pelo próprio Exército de forma coordenada e com participação da Polícia Federal.
Moraes também determinou a execução da pena do general Braga Netto que já está detido em quartel no Rio de Janeiro. Ele permanecerá no mesmo local onde já estava preso.
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Ex-presidente está clinicamente estável e segue em acompanhamento domiciliar, segundo documento divulgado nesta sexta-feira (23).
Justiça determinou medidas de prevenção na unidade de Rio Verde, em Goiás, incluindo isolamento dos infectados e monitoramento diário dos detentos.
A PF afirmou que adotou todos os procedimentos de segurança diante da situação de risco.
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