A nova Carteira de Identificação Nacional (CIN) pode ser solicitada de graça a 1ª vez. Créditos: Reprodução/TSE
O Brasil dá adeus ao antigo RG e abraça a modernidade com a Carteira de Identidade Nacional (CIN), já disponível para solicitação gratuita na primeira via. Lançada para unificar documentos e aumentar a segurança, a CIN usa o CPF como número único, eliminando a confusão de identificadores estaduais.
Com elementos de proteção internacional, como o padrão MRZ de passaportes e QR Code dinâmico, o novo documento dificulta fraudes e facilita viagens no Mercosul. A versão digital, acessível pelo app Gov.br, permite agregar dados como tipo sanguíneo e título de eleitor.
A emissão da Carteira de Identidade Nacional é simples e gratuita para a primeira via em diversos estados. Basta agendar atendimento no site ou app do órgão emissor local, como Poupatempo em São Paulo ou UAIs em Minas Gerais.
A coleta de biometria ocorre no local, e o documento chega em 15 a 20 dias úteis pelos Correios ou para retirada. Mais de 17 milhões de unidades já foram emitidas, com meta de 130 milhões até o fim de 2026.
A CIN traz o MRZ (Machine Readable Zone), igual ao de passaportes, permitindo leitura automática em fronteiras. O QR Code na parte de trás verifica autenticidade em tempo real e integra outros documentos como CNH e SUS.
A validade varia por idade: até 70 anos para menores de 20, depois ajustada progressivamente. Pessoas acima de 60 anos podem optar por manter o RG antigo, mas a transição é recomendada para benefícios digitais.
O RG tradicional vale até 1º de março de 2032, quando a Carteira de Identidade Nacional se torna obrigatória. Estados como Piauí lideram emissões, com 27% da população já com o novo modelo, seguido por Minas Gerais e Rio Grande do Sul.
O governo acelera o processo com parcerias, como com bancos via Febraban, para validar dados. Em 2026, a CIN consolida-se como padrão, prometendo economia e mais eficiência na identificação civil brasileira.
Para quem perdeu o documento, a segunda via custa em torno de R$ 110, mas a gratuidade inicial incentiva a migração. Consulte o portal do seu estado para agendar e fique preparado para essa revolução documental.
Com mais de 17 milhões emitidas, a Carteira de Identidade Nacional avança rápido. Piauí, com alta adesão proporcional, exemplifica o sucesso. São Paulo e outros estados ampliam postos para atender a demanda crescente.
A CIN não só simplifica a vida cotidiana, mas fortalece a segurança nacional. Ao escanear o QR Code, autoridades acessam dados verificados, combatendo falsificações que custam bilhões anualmente.
Idosos com RG antigo têm isenção da troca obrigatória, mas perdem facilidades como acesso digital unificado. Jovens e profissionais viajam mais seguros com o MRZ, integrando-se ao padrão Mercosul.
O Ministério da Gestão prevê 150 milhões de documentos até 2026 em projeções otimistas. Parcerias com instituições financeiras aceleram validações, beneficiando contas bancárias e serviços públicos.
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