O ex-agente afirmou que a polícia que mais mata no país é a da Bahia, governada por Jerônimo Rodrigues (PT), e questionou a ausência de críticas ao governo federal.
ex-capitão do Bope, Rodrigo Pimentel e Lula. Arte: Portal de Prefeitura
O ex-capitão do Bope e comentarista de segurança pública, Rodrigo Pimentel, criticou o que classificou como politização das discussões sobre a violência policial após a megaoperação no Rio de Janeiro contra o Comando Vermelho.
Em entrevista à CNN, Pimentel afirmou que a polícia que mais mata no país é a da Bahia, governada por Jerônimo Rodrigues (PT), e questionou a ausência de críticas ao governo petista diante dos altos índices de letalidade policial no estado.
“A polícia que mais mata no Brasil é a do PT, do Jerônimo, e ninguém está pedindo a prisão do Jerônimo. Ninguém está falando que a Bahia precisa sofrer uma intervenção, né?”, afirmou o ex-capitão.
Pimentel também criticou o que chamou de uso político das mortes no Rio, pedindo uma análise mais técnica sobre as circunstâncias das operações.
“Pensa se essa discussão que estamos tendo neste momento é realmente técnica ou política. Pensa se os colegas que estão dizendo que a polícia do Rio é de assassinos estão falando com dados corretos, se estão analisando isso de forma sensata, com números, com dados”, disse.
O ex-oficial defendeu a atuação das forças de segurança e acusou setores políticos de distorcerem os fatos.
“Tem muita gente preocupada em fazer política, quando deveríamos estar analisando as circunstâncias reais do que está acontecendo no Brasil hoje. O governo federal está perdido”, completou.
A declaração foi dada após uma operação de grande porte contra o tráfico de drogas no Rio, que mobilizou forças estaduais e resultou em dezenas de mortes.
1
2
15:56, 05 Mar
27
°c
Fonte: OpenWeather
O membro do Programa do Ratinho, do SBT, pilotava uma motocicleta quando sofreu um mal súbito, fazendo assim perder o controle do automóvel.
Os advogados também requereram mais detalhes sobre as datas das supostas invasões de sistemas de órgãos públicos e remoções de conteúdo em plataformas digitais.
Os quatro réus acusados pelo crime estão presos após se apresentarem à polícia entre a última terça-feira, 3, e esta quarta.
mais notícias
+