Erika Kirk, viúva de Charlie Kirk. Foto: Reprodução
A nova CEO da Turning Point USA, Erika Kirk, de 36 anos, declarou no domingo, 21 de setembro, que perdoa o responsável pela morte de seu marido, o ativista de direita Charlie Kirk.
A fala aconteceu durante o velório do ativista, realizado no State Farm Stadium, em Glendale, Arizona, casa do time da NFL, Arizona Cardinals, com capacidade para até 63.400 pessoas.
“Meu marido, Charlie, queria salvar jovens como aquele que tirou sua vida. Aquele homem, aquele jovem, eu o perdoo. Eu o perdoo porque foi o que Jesus fez e o que Charlie faria. A resposta para o ódio não é ódio, é o amor”, disse Erika.
Durante seu discurso, Erika não mencionou o nome do autor do crime, conhecido pela imprensa como Tyler Robinson, mantendo o foco na mensagem de perdão e na inspiração que o marido deixou.
A reação do público foi imediata. Erika foi aplaudida de pé ao declarar seu perdão e ao deixar o palco após o fim do discurso.
Segundo organizadores do evento, o clima no estádio foi de respeito e atenção, com milhares de pessoas acompanhando a cerimônia tanto dentro do estádio quanto nas áreas externas.
O velório foi cuidadosamente organizado, e os participantes foram orientados a vestir roupas nas cores azul, vermelha e branca, em referência à bandeira dos Estados Unidos.
O local escolhido permitiu acomodar uma grande quantidade de pessoas, permitindo que amigos, familiares e apoiadores prestassem homenagem a Charlie Kirk de forma visível e segura.
Charlie Kirk, um ativista político conservador foi morto nesta quarta-feira, 10 de setembro, após ser baleado durante um evento na Universidade Utah Valley, em Utah.
O americano cofundou a organização Turning Point USA (TPUSA), de 2012, e atuou como diretor executivo e CEO de várias de suas ramificações, como Turning Point Action, Academy, Faith e Turning Point Endowment. Ele também era membro do controverso Council for National Policy.
A Turning Point USA se consolidou como uma grande rede conservadora juvenil do país, presente em milhares de escolas e universidades, com milhões de seguidores nas redes sociais. Kirk também apresentava o podcast e programa The Charlie Kirk Show, de alcance nacional.
Alinhado ao movimento MAGA, Kirk era aliado próximo de Donald Trump, participando de mobilizações para o eleitorado jovem e contribuindo com o chamado American Comeback Tour.
Ele frequentemente promovia narrativas sobre liberdade de mercado, governo limitado e valores tradicionais, além de disseminar críticas à teoria crítica racial, restrições ao aborto e à agenda liberal.
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