A discussão teria sido motivada por uma reclamação de som alto.
15 de maio de 2023 às 10:33
Um policial militar do Distrito Federal fardado deu chutes, coronhadas e usou spray de pimenta contra o dono de um bar na cidade goiana de Formosa, no Entorno da capital. A discussão teria sido motivada por uma reclamação de som alto, na tarde desta sexta-feira, 12 de maio. Assista: https://www.instagram.com/p/CsRAJqtAPsI/ As agressões foram gravadas pela câmera de segurança do estabelecimento e por testemunhas (veja vídeo acima). Nas imagens, é possível ver quando o PM foi para trás do balcão e começou a agredir o homem. Em seguida, o militar jogou spray de pimenta contra o dono do bar e o puxou para a frente do balcão. Do lado de fora, o PM deu um chute no homem, que caiu no chão. Leia também: >>>Polícia INVADE culto de páscoa de comunidade surda, AGRIDE fisicamente e PRENDE dez cristãos; saiba onde Em nota, a PM afirma que o ocorrido já está em apuração.
"A corporação reafirma que não coaduna com desvios de conduta de seus integrantes e todas condutas contrárias à lei e seus regulamentos são apuradas e devidamente penalizadas", declarou.
Segundo o boletim de ocorrência registrado na Polícia Civil de Goiás, o segundo sargento Ildeval saía de casa para trabalhar, quando pediu ao dono do bar, que fica perto de sua casa, para abaixar o som. Ainda de acordo com o boletim, o homem desobedeceu a ordem e xingou o PM, que deu voz de prisão. Já o dono do bar disse, em depoimento na delegacia, que era um cliente que estava com o som do carro ligado do lado de fora do estabelecimento. Ele negou que o volume estivesse alto. Segundo a versão do dono do bar, a discussão começou depois que ele e um outro cliente foram ameaçados pelo sargento. O dono do bar afirma ter levado quatro pontos na cabeça por causa da coronhada. Ele e a esposa grávida, que aparece nas imagens, declararam na delegacia que estão com medo, já que o sargento mora próximo ao bar. O caso é investigado pela Polícia Civil de Goiás. Da redação do Portal de Prefeitura com informações do G1
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A campanha petista havia solicitado a abertura de uma apuração sobre o episódio por suspeita da prática dos crimes de abuso de poder e abuso de autoridade.
Candidato do Missão classificou decisão do ministro como "ilegal" e "persecutória" e afirmou que não pretende desistir da disputa.
O valor final pode ficar ainda maior, caso o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) suba mais que o esperado até novembro.
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