Lula reforça desdolarização em países do BRICS após ofensiva de Trump Foto: Ricardo Strucker e Agência Brasil e Shealah Craighead/White House
Nesta terça-feira, 11 de março, em Minas Gerais, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aproveitou o evento de inauguração do Centro de Desenvolvimento de Tecnologia Híbrida Flex e o anúncio de novas contratações pela Stellantis para comentar sobre Donald Trump.
Enquanto falava sobre a economia brasileira, o presidente afirmou que Trump deveria respeitá-lo, em vez de fazer declarações em tom agressivo.
"Não adianta o Trump ficar gritando de lá, porque eu aprendi a não ter medo de cara feia. Fale manso comigo, fale com respeito comigo, que eu aprendi a respeitar as pessoas e quero ser respeitado. É assim que vamos governar esse país", ressaltou Lula.
Em fevereiro, Trump afirmou que irá adotar medidas econômicas e políticas contrárias ao governo de Lula, como a tarifa de importação de aço e etanol, o presidente brasileiro tem criticado o líder dos Estados Unidos em seus discursos, dizendo, por exemplo, que ele "não é o policial do mundo".
Recentemente, o presidente dos EUA declarou que tomaria medidas recíprocas em relação às tarifas de importação, destacando o etanol brasileiro como uma das maiores discrepâncias na balança comercial dos Estados Unidos.
Lula também disse que suas previsões são otimistas para a economia, afirmando que continuará a crescer, que a inflação vai diminuir e que seu governo seguirá gerando empregos.
"É no olho que a gente diz a verdade, é com o olho que a gente fala. Eu quero dizer para vocês, em alto e bom som: podem ter certeza, a economia brasileira vai continuar crescendo, a gente vai continuar gerando emprego, a inflação vai baixar. Fizemos a maior política tributária que esse país já viu na história e todo mundo vai ganhar, porque nós não queremos o Brasil para nós, nós queremos o Brasil para vocês", declarou o petista.
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