Pernambuco, 18 de Março de 2026

Inicio elemento rádio
Icone Rádio Portal

Ouça a Rádio Portal

Final elemento rádio

VÍDEO: Governo Federal aciona PF contra autores de fake news sobre enchentes do RS

O anúncio ocorreu durante a 5ª reunião da Sala de Situação criada pela gestão federal para debater a situação no Estado nesta terça-feira (7), no Palácio do Planalto.

Fernanda Diniz

07 de maio de 2024 às 19:09   - Atualizado às 19:09

Alagamento em Porto Alegre.

Alagamento em Porto Alegre. Alagamento em Porto Alegre.

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu reprimir a disseminação de informação falsa sobre ações de ajuda às vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul.

Em reunião no Planalto nesta terça-feira, 7, ministros defenderam acionar a Polícia Federal para investigar os responsáveis. O ministro-chefe da Secretaria de Comunicação da Presidência, Paulo Pimenta, chegou a dizer que é preciso prender os responsáveis.

O áudio do encontro entre ministros foi disponibilizado pela Secretaria de Comunicação Social (Secom) do governo.

Nele foi possível ouvir Pimenta falando com colegas que estavam na reunião. Segundo o ministro, é preciso "botar para f... com os caras" que divulgam fake news. Um interlocutor da reunião então pergunta: "Mandar prendê-los?". Pimenta, então, responde: "Manda prender, não aguento mais fake news".

Já o ministro da Casa Civil, Rui Costa, afirmou que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva irá pedir à Polícia Federal a responsabilização de pessoas que disseminem fake news em relação à tragédia decorrente das fortes chuvas no Rio Grande do Sul. Costa disse que acionou o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, que trate do assunto.

Confira o vídeo:

O anúncio ocorreu durante a 5ª reunião da Sala de Situação criada pela gestão federal para debater a situação no Estado nesta terça-feira, 7, no Palácio do Planalto.

De acordo com o chefe da Casa Civil, a divulgação de informações falsas acaba por dificultar as operações de resgate do governo federal.

Enquanto Rui falava na reunião, o ministro da Secom, Paulo Pimenta, comentou sobre o caso com colegas que estavam na reunião.

Segundo Pimenta, é preciso "botar para f... com os caras" que divulgam fake news. Um interlocutor da reunião então pergunta: "Mandar prendê-los?". Pimenta, então, responde: "Manda prender, não aguento mais fake news".

Em outro momento, em uma parte com trechos inaudíveis, um participante da reunião fala em "bolsonaristas".

Ao Estadão/Broadcast, Pimenta disse que, "se estamos em uma ‘guerra’ para salvar vidas, quem age como traidor tem que ser tratado como traidor pois prejudica o trabalho de resgate e salvamento". "As Forças Armadas e equipes de resgate da Defesa Civil estão exausta de tanta fake news", acrescentou.

O ministro comentou que, sobre a fala da reunião, estava se referindo a diversas situações, como estupros que estariam acontecendo em abrigos em municípios do Rio Grande do Sul. "Bandido é bandido, não importa se é parlamentar, empresário…", disse. Pimenta afirmou que irá assinar, nesta tarde, um documento para pedir que a Polícia Federal vá atrás dos disseminadores de fake news.

Mais Conteúdos

Mais Conteúdos

Mais Lidas

Icone Localização

Recife

18:43, 18 Mar

Imagem Clima

30

°c

Fonte: OpenWeather

Notícias Relacionadas

Deputado estadual Júnior Tércio.
Posicionamento

Júnior Tércio alerta para impactos de greve de caminhoneiros e culpa governo Lula

O parlamentar criticou a atual política de preços de combustíveis do governo federal e comparou com medidas adotadas durante a gestão de Jair Bolsonaro.

Marília Arraes, João Campos, Carlos Costa e Humberto Costa formam chapa.
Eleições 2026

João Campos escolhe Marília Arraes e Humberto Costa no Senado e Carlos Costa como vice em sua chapa

O anúncio oficial da chapa está previsto para esta quinta-feira, 19, no Hotel Luzeiros, na capital pernambucana.

Coronel Alberto Feitosa
Declaração

Coronel Feitosa questiona atuação da Justiça em caso citado sobre filho de Lula; veja vídeo

Na declaração, o parlamentar classificou a situação como "absurda" e criticou o que considera tratamento desigual por parte das autoridades.

mais notícias

+

Newsletter