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Coronel Feitosa questiona atuação da Justiça em caso citado sobre filho de Lula; veja vídeo

Na declaração, o parlamentar classificou a situação como "absurda" e criticou o que considera tratamento desigual por parte das autoridades.

Fernanda Diniz

18 de março de 2026 às 15:24   - Atualizado às 15:24

Coronel Alberto Feitosa

Coronel Alberto Feitosa Foto: Divulgação

O deputado estadual Coronel Alberto Feitosa (PL) afirmou que há informações, atribuídas à Polícia Federal do Brasil, sobre uma possível tentativa de saída do país de Flávio Luís Lula da Silva, conhecido como “Lulinha”, para evitar eventual prisão.

Na declaração, o parlamentar classificou a situação como “absurda” e criticou o que considera tratamento desigual por parte das autoridades. (Veja vídeo abaixo)

O deputado comparou o caso a medidas adotadas contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, citando a imposição de restrições judiciais em circunstâncias que, segundo ele, seriam menos graves.

Feitosa também questionou a ausência de medidas cautelares no caso citado, mesmo diante das supostas informações divulgadas, afirmando haver “dois pesos e duas medidas” na condução de decisões relacionadas a investigações no país.

"O Lulinha pode fugir do país, é isso mesmo, o filho do Presidente da República, Lula, o Flávio Luiz, pode fugir do país para não ser preso, quem está dizendo isso é a própria Polícia Federal e foi veiculada em vários jornais do Brasil e do mundo todo, vejam que é um absurdo, um filho do Presidente da República fugir do seu país para não ser preso, isso é lamentável, é uma vergonha, agora vai aqui uma pergunta, por muito menos colocaram uma tornozeleira e deixaram o Bolsonaro em prisão domiciliar, e aí com o Lulinha nada, mesmo a Polícia Federal dizendo isso, são dois pesos e duas medidas", afirmou feitosa.

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Veja vídeo: 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Feitosa já criticou casos 

O deputado estadual Coronel Alberto Feitosa divulgou nas redes sociais um vídeo em que afirma que “a casa do Lulinha pode cair a qualquer momento”, em referência ao filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Fábio Luís Lula da Silva. (Veja vídeo abaixo)

A declaração foi publicada após Feitosa compartilhar um trecho de uma coluna da jornalista Mônica Bergamo, que relata divergências internas na Polícia Federal sobre a possibilidade de a corporação pedir a prisão preventiva de Lulinha no âmbito de uma investigação que tramita sob sigilo no Supremo Tribunal Federal.

Veja vídeo:
 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Segundo a coluna, a PF estaria dividida sobre a medida, delegados próximos ao gabinete do ministro relator do caso teriam defendido a prisão, enquanto outros integrantes argumentam que uma detenção preventiva depende de provas que indiquem risco de obstrução da Justiça ou fuga, entre outros requisitos legais.

Até o momento, não há confirmação oficial de que um pedido de prisão tenha sido formalizado junto ao STF, nem de que tenha sido aceito.

O processo envolvendo Lulinha foi citado como tendo quebra de sigilos bancário, fiscal e telemático autorizada, mas a discussão sobre prisão ainda não foi oficialmente registrada em decisões judiciais.

Feitosa sobre pesquisas 

O deputado estadual Coronel Alberto Feitosa (PL) usou suas redes sociais para comentar novas pesquisas eleitorais que apontam possíveis cenários para a disputa pela Presidência da República nas eleições de 2026.

Segundo Feitosa, na avaliação dele, o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estaria “fora do baralho” no cenário político.

O parlamentar também destacou que a aproximação do senador Flávio Bolsonaro nos números das pesquisas em relação a Lula teria acendido um alerta entre setores da esquerda.

Feitosa afirmou ainda que, diante desse cenário, o nome do ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), começou a aparecer em levantamentos eleitorais como forma de teste ou alternativa dentro do campo da esquerda.

De acordo com o deputado, diante dos cenários apresentados atualmente, Lula estaria em uma situação considerada complicada para uma eventual disputa eleitoral.

"Lula é carta fora no baralho, minha gente. Analisa aqui comigo. Primeiro a Datafolha adia a pesquisa. Segundo, coloca Lula empate com Flávio Bolsonaro. Quando a Datafolha coloca empate, é porque a situação para Lula é muito pior. E agora começa a testar Haddad e também coloca Haddad empatado", disse o deputado.

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