O economista destacou que a inflação é impulsionada por variáveis como custos de produção, variação cambial e políticas fiscais e monetárias adotadas pelo governo.
Gil do Vigor e Lula. Foto: Divulgação
O economista e influenciador digital Gil do Vigor utilizou suas redes sociais na quinta-feira, 6 de fevereiro, para rebater declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre a inflação.
Em um vídeo publicado para seus seguidores, ele esclareceu os fatores que influenciam a alta dos preços e alertou para a complexidade do tema.
Na gravação, Gil do Vigor afirmou que muitas pessoas acreditam que basta reduzir o consumo para que os preços voltem ao normal, política esta que foi sugerida por Lula.
No entanto, segundo ele, a inflação resulta de múltiplos fatores e não pode ser resolvida de maneira tão simplificada.
"As pessoas acham que, se os preços estão altos, basta a população parar de comprar que tudo se resolve", disse o influenciador.
O economista destacou que a inflação é impulsionada por variáveis como custos de produção, variação cambial e políticas fiscais e monetárias adotadas pelo governo.
Além disso, ele ressaltou que a incerteza econômica e a percepção sobre a segurança da gestão pública, seja a atual ou a anterior (uma clara indireta para Lula e Bolsonaro), também impactam os preços.
"A alta dos preços tem múltiplas causas, entre elas os custos de produção, a variação de câmbio, as políticas fiscais e monetárias, entre outros fatores. A incerteza e a insegurança sobre o atual governo, ou o anterior, também influenciam", explicou.
Gil do Vigor ficou conhecido nacionalmente após participar do Big Brother Brasil. Como resultado, ele consolidou sua carreira como economista, tem utilizado suas redes sociais para debater temas econômicos de forma didática.
Por fim, o influenciador frequentemente comenta sobre inflação, taxa de juros e o impacto das políticas governamentais no bolso dos brasileiros.
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A rejeição do petista oscilou de 53% para 55% em relação ao levantamento da semana passada, dentro da margem de erro de dois pontos porcentuais. Já o senador manteve os 55% registrados.
Em outra pergunta, sobre a avaliação do governo, 38% dos entrevistados classificam a gestão negativamente, enquanto 32% a avaliam positivamente.
Em 26 de julho, Lula tinha 45%, ante 37% de Flávio. No levantamento que antecedeu o empate numérico da semana passada o presidente aparecia com 42%, contra 41% do senador.
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