O economista destacou que a inflação é impulsionada por variáveis como custos de produção, variação cambial e políticas fiscais e monetárias adotadas pelo governo.
Gil do Vigor e Lula. Foto: Divulgação
O economista e influenciador digital Gil do Vigor utilizou suas redes sociais na quinta-feira, 6 de fevereiro, para rebater declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre a inflação.
Em um vídeo publicado para seus seguidores, ele esclareceu os fatores que influenciam a alta dos preços e alertou para a complexidade do tema.
Na gravação, Gil do Vigor afirmou que muitas pessoas acreditam que basta reduzir o consumo para que os preços voltem ao normal, política esta que foi sugerida por Lula.
No entanto, segundo ele, a inflação resulta de múltiplos fatores e não pode ser resolvida de maneira tão simplificada.
"As pessoas acham que, se os preços estão altos, basta a população parar de comprar que tudo se resolve", disse o influenciador.
O economista destacou que a inflação é impulsionada por variáveis como custos de produção, variação cambial e políticas fiscais e monetárias adotadas pelo governo.
Além disso, ele ressaltou que a incerteza econômica e a percepção sobre a segurança da gestão pública, seja a atual ou a anterior (uma clara indireta para Lula e Bolsonaro), também impactam os preços.
"A alta dos preços tem múltiplas causas, entre elas os custos de produção, a variação de câmbio, as políticas fiscais e monetárias, entre outros fatores. A incerteza e a insegurança sobre o atual governo, ou o anterior, também influenciam", explicou.
Gil do Vigor ficou conhecido nacionalmente após participar do Big Brother Brasil. Como resultado, ele consolidou sua carreira como economista, tem utilizado suas redes sociais para debater temas econômicos de forma didática.
Por fim, o influenciador frequentemente comenta sobre inflação, taxa de juros e o impacto das políticas governamentais no bolso dos brasileiros.
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O resultado foi confirmado durante a apuração da Justiça Eleitoral. Com 98,16% das urnas totalizadas, Raquel registrava 53,28% dos votos válidos, enquanto João Campos tinha 44,78%.
Os candidatos integraram a mesma aliança, a Frente Popular de Pernambuco. A estratégia garantiu a eleição de ambos, que se juntarão à senadora Teresa Leitão (PT) em Brasília.
Até às 20h51, 99,87% das urnas haviam sido totalizadas, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
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