Manifestação em Brasília contra Donald Trump. Foto: Reprodução/Vídeo
Na quarta-feira, 29 de janeiro, membros da comunidade LGBTQIA+ se reuniram em Brasília para protestar contra as políticas adotadas pelo novo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
O ato foi uma resposta ao crescente temor de que as ações do governo americano possam inspirar intolerância e discriminação em todo o mundo, principalmente no Brasil.
O protesto aconteceu em um contexto de insegurança para as pessoas LGBTQIAP+, que temem que as decisões de Trump, como a retirada de direitos civis e a implementação de políticas restritivas, possam incentivar uma onda de repressão em países que já enfrentam dificuldades na luta pelos direitos dessa comunidade.
Donald Trump assinou uma ordem que determina que mulheres trans cumpram pena em cadeias para homens.
Atualmente, cerca de 2,3 mil pessoas trans estão presas, das quais 1,5 mil fizeram a transição para o gênero feminino. A ordem faz parte de um conjunto de medidas do novo mandato de Trump, que reconhece apenas o sexo atribuído no momento do nascimento.
Além disso, as mulheres transexuais presas não poderão prosseguir com os tratamentos de transição de gênero.
"Os esforços para erradicar a realidade biológica do sexo atacam fundamentalmente as mulheres, privando-as de sua dignidade, segurança e bem-estar", diz trecho do documento.
A decisão também proíbe que os fundos federais financiem tratamentos médicos de transição de gênero, terapia hormonal e procedimentos cirúrgicos.
De acordo com organizações que defendem os direitos da comunidade LGBTQIA+, a interrupção dos tratamentos médicos pode levar ao desenvolvimento de depressão em pessoas trans, tanto mulheres quanto homens.
O texto também
O texto também menciona que a Lei de Eliminação de Estupro nas Prisões considera o status de identidade de gênero das pessoas transgênero como um fator de risco.
que a Lei de
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Na disputa pelo governo estadual, Raquel Lyra (PSD) recebeu 10.456 votos no município, o equivalente a 55,09% dos votos válidos.
A deputada federal recebeu 110.610 votos para a Câmara dos Deputados, enquanto Pastor obteve 75.534 votos na disputa por uma vaga na Alepe.
A nova bancada será formada por parlamentares de diferentes partidos. O PSB e o PSD aparecem com as maiores bancadas, com nove deputados eleitos cada.
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